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	<title>Terapia individual - Psicólogo Alejandro</title>
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	<description>Psicólogo especialista em casais e sexualidade</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Jan 2020 14:22:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ansiedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terapia individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) Vou explicar algumas características desta personalidade que as pessoas com TAG apresentam e que fazem com que elas se mantenham num círculo vicioso de ansiedade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou explicar algumas </span><b><i>características desta personalidade</i></b><span style="font-weight: 400;"> que as pessoas com TAG apresentam e que fazem com que elas se mantenham num círculo vicioso de ansiedade crescente que impedem o tratamento efetivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ansiedade é MEDO. O medo ativa no corpo as glândulas endócrinas que produzem um aumento do CORTISOL. Esse mecanismo existe também nos animais e está a serviço da sobrevivência. O cortisol serve para que, em caso de perigo iminente, o animal ou a pessoa tenha uma reação de luta ou fuga. O cortisol deixa a pessoa em alerta constante aumentando a percepção como forma de evitar um ataque inesperado. Mas logo após passar o perigo o corpo elimina o CORTISOL, pois se ficar no corpo se torna uma substância venenosa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As pessoas com TAG tem medo o tempo todo e por conta desse medo mantem um alto nível de CORTISOL no corpo o dia todo. Isso faz com que esteja em alerta constante com alto nível de percepção do ambiente. Mas também gera pensamentos de perseguição, de que alguém está querendo os prejudicar de alguma maneira. Isso faz com que aumentem as defesas psíquicas tornando-se teimosos, desconfiados, orgulhosos, vaidosos, egoístas como uma forma de defender o que é SEU e estão a perigo de perder.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alto nível de CORTISOL constante no corpo é o que gera as sensações nas crises de PÂNICO: taquicardia, sudorese fria, formigamento, tremores e todos os outros sintomas que vocês podem ver em detalhe em artigos e vídeos sobre o assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro transtorno derivado da ansiedade é o </span><b>TOC Transtorno Obsessivo</b><span style="font-weight: 400;"> Compulsivo em que o paciente elabora rituais para evitar que coisas ruins lhe aconteçam. Fechar três vezes a fechadura de casa, manter tudo organizado e limpo como forma de evitar consequências ruins imaginárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas com TAG são extremamente racionais e tentam controlar a ansiedade através da mente, sendo que a ansiedade é um sentimento e não um pensamento. Por conta disso se tornam compulsivos em buscar respostas racionais na internet e outras fontes. </span><b><i>Pensar demais para controlar a ansiedade </i></b><span style="font-weight: 400;">não significa que o QI seja maior, apenas que pensam mais que os outros porque estão com medo. Ou como no caso do TOC tem ações compulsivas para controlar o ambiente no qual eles projetam uma possibilidade de perigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra característica das pessoas com TAG é que são </span><b><i>emocionalmente imaturas</i></b><span style="font-weight: 400;"> e por conta disso mais egoístas justamente pelo medo por trás da ansiedade. Dentro dessa imaturidade emocional está a característica de serem menos responsáveis com os compromissos. Exigem muita coisa para depois desistir de tudo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas com TAG raramente levam o tratamento psicológico até o fim. Buscam compulsivamente informações, mas não se tratam de verdade. O tratamento inclui entrar em contato com as causas da ansiedade, mas os pacientes, ao chegar nesse ponto do tratamento, abandonam, fogem de entrar em contato com aquilo que lhes causa medo e ansiedade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cura do TAG não está nas respostas que a mente ansiosa procura e sim em comprometer-se seriamente com o tratamento sem fugir dele. </span></p>
<h3><b>O que é o pânico?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O pânico está ligado ao medo da morte, medo de morrer. A morte é uma morte do corpo físico por isso as reações desse medo se manifestam no corpo: taquicardia, suor frio, suor nas mãos, tremor na musculatura, dentre outros. E essas sensações são interpretadas como a proximidade da morte. A pessoa fica com a atenção focada nas sensações corporais o que aumenta as sensações e o medo decorrente delas. O pânico é uma sensação iminente de morte, como se algo o tomasse de repente de forma imprevisível e incontrolável.</span></p>
<h3><b>Algumas causas possíveis:</b></h3>
<ol>
<li><b>Falta de relação com o pai ou relação fraca.</b><span style="font-weight: 400;">Não entende o pai e o rejeita. Isso gera medo da vida. Medo dos desafios da vida. Incapacidade de resolver as dificuldades que oferece a vida. Não dá conta. Falta de autoconfiança. Isso gera ansiedade constante, crises de ansiedade que podem chegar a pânico e até paralisia, não querer sair de casa, não ir para a rua (Fobia Social). A rua significa a vida fora do lar: o trabalho, a profissão. O pai é quem nos introduz na vida fora de casa. Ele nos ensina a lidar com as situações de trabalho e profissão. O pai é mais racional e menos emocional, nos trata com menos condescendência, com mais rudeza. A vida fora de casa é mais prática e tem que ser resolvida de forma prática. Quando colocamos emoção nos perdemos na solução e criamos conflitos para nós mesmos. Podemos ficar com raiva, magoados, com medo e desta forma não resolvemos os desafios. O pai é o racional, até parece frio, e isso faz com que alguns rejeitem essa relação e não se vinculem com o pai de forma de aprender a lidar os desafios da vida. Querem encarar os desafios como resolvem sua situação com a mãe, de forma afetiva. O pai pode ser rude, mas a vida é muito mais. A forma como o pai expressa seu amor é prepará-lo para a rudeza da vida, é uma forma de proteção ensinar os filhos a ser autossuficientes e assim autoconfiantes.<br />
</span></li>
<li><b></b><b>A mãe tem medo da vida e superprotege o filho</b><span style="font-weight: 400;">. Desta forma a mãe repassa seus medos ao filho. O filho evita o contato com a vida fora de casa, estudos, trabalho, amizades, academia etc. Está sempre ansioso e com crises cada vez mais agudas de medo. Fica dentro de casa, o único lugar seguro para ele. Desenvolve assim </span><b><i>Fobia Social</i></b><i><span style="font-weight: 400;">.
<p></span></i></li>
<li><b>Alguém próximo morreu e o paciente não consegue se desligar</b><span style="font-weight: 400;">, e desapegar do falecido, não aceita a morte. A pessoa fica “ruminando” a morte da pessoa querida e não se desliga do ente querido, ele permanece presente na sua mente, morto, mas presente.</span></li>
</ol>
<p><b><i>Caso:</i></b><span style="font-weight: 400;"> um pai 5 anos após da morte do filho apresentou sintomas de pânico. O filho pediu pro pai permissão para ir à pista de skate com os amigos de noite. A mãe não permitia o filho sair depois de certa hora, mas o pai permitiu. Foi quando o filho foi assassinado. O pai se sentia culpado por ter permitido sair de casa mais tarde, e a mãe reforçava essa culpa. Desta forma o pai não conseguia se livrar da culpa, entender que nada poderia fazer para mudar o destino já acontecido. A culpa mantinha o pensamento na morte do filho e após 5 anos começou a sentir no seu corpo sensações de morte, isto é, os sintomas de pânico.</span></p>
<ol start="4">
<li><b></b><b>Raiva de si mesmo</b><span style="font-weight: 400;">. Essa raiva por não se aceitar, se achar errado, se culpar, não se sentir merecedor de coisas boas e por conta disso se sabota, comete ações impulsivas e inconscientes contra si, más escolhas. Tem medo de si mesmo, da auto sabotagem, do mal que faz a si mesmo de forma inconsciente e não pode controlar. Não pode controlar a raiva de si que é inconsciente e aparece como autopunição, desmerecimento das coisas boas da vida. Isso dá a </span><b>sensação que a qualquer momento vai acontecer algo errado consigo</b><span style="font-weight: 400;">. Medo, pânico de seu inconsciente que o pune.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Interpreta as coisas “erradas” que acontecem consigo como punições da vida pelos “erros” que cometeu. Não se perdoa. É </span><b>orgulhoso</b><span style="font-weight: 400;"> demais e não aceita ter cometido “erros”, não se permite errar. Não vê os erros como aprendizado, como uma tentativa de acerto.</span></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/ansiedade/">Ansiedade</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Depressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terapia individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão é uma falta de interesse pela vida. É uma forma de morte, de se desconectar da vida. De nada fazer sentido. De tudo ser inputil.  Causas possíveis: Perdas:  A</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A depressão é uma falta de interesse pela vida. É uma forma de morte, de se desconectar da vida. De nada fazer sentido. De tudo ser inputil. </span></p>
<h2><b>Causas possíveis:</b></h2>
<ol>
<li><b> Perdas: </b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A depressão é parte de um </span><b>processo de luto</b><span style="font-weight: 400;">, de se desapegar das lembranças e da falta que a pessoa faz na vida presente do paciente. Podemos incluir dentro das perdas as separações. Ora é uma perda das pessoas queridas; ora é uma perda dos outros, que não nos pertence, mas carregamos; ora é uma perda de nós mesmos. Pode ser até uma perda de um trabalho ou de uma profissão.</span></p>
<ol start="2">
<li><b> Vínculo deficiente com a mãe: </b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A mãe não foi presente durante a infância do paciente. </span></p>
<ul>
<li><b>Mãe que abandonou </b><span style="font-weight: 400;">com parentes, mesmo que de tempos em tempos aparecesse, a criança se sente abandonada. Outras mães dão seus filhos em adoção, ou deixam num orfanato. Muitas crianças adotadas que não sabem deste fato sofrem do mesmo jeito de depressão. Há uma lembrança que está inconsciente da separação da mãe, e isso provoca um luto permanente que é a depressão. </span></li>
<li><b>Pessoas que estão brigadas com a mãe </b><span style="font-weight: 400;">e tentam romper o vínculo com ela, sejam quais forem os motivos, isso também provoca depressão.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A mãe é quem nos dá a vida, é a que nos traz ao mundo. Negar a mãe significa negar essa conexão com o mundo. E a falta de interesse pelas coisas do mundo é depressão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como nos vinculamos com a nossa mãe é a forma como nos conectamos com a vida.</span></p>
<ol start="3">
<li><b> Depressão sistêmica ou familiar: </b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Herdada ou passada de uma geração para outra da família.</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"> Um filho vê a mãe (ou o pai) com depressão e tenta tirá-la desse estado. Pela afeição que tem por ela coloca seus esforços de criança a serviço da depressão da mãe. Só que seus esforços não têm resultados. Tem dificuldades em deixar sua mãe com seu sofrimento e continuar sua vida e escolhe sofrer, junto com mãe, a depressão. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Nos casos em que irmãos foram abortados e não foi revelado para o outro filho, este último sofre o luto de forma inconsciente como uma depressão.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Outra situação de depressão sistêmica se dá quando um antecessor (avós, bisavós, tataravós etc.) cometeu um ou vários assassinatos. Era comum, anos atrás brigas por terras, participar de guerras ou qualquer briga ser resolvida matando. Os descendentes “carregam essas mortes nas costas” na forma de depressão, luto pelos mortos que o ancestral matou e não “carregou” a responsabilidade pelas consequências.</span></li>
</ul>
<ol start="4">
<li><b> Depressão propriamente dita: </b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">É a depressão produzida pelo </span><b>Orgulho Falido</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Orgulho é aquele pensamento recorrente de que “</span><b>TUDO TEM QUE SER COMO EU QUERO</b><span style="font-weight: 400;">”. Orgulho é se negar a viver a vida porque sempre há algo que não está certo (como EU penso que tem que ser). São pessoas pessimistas, pois para se negar a viver sempre encontram um defeito. Eles falam: &#8220;NÃO É QUE SOU PESSIMISTA, SOU REALISTA&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tentam em vão se sobrepor ao desânimo, que eles mesmos provocam com seu pessimismo, mas não conseguem porque não acreditam mais que alguma coisa vai dar certo para eles. Tentam com orgulho, achando que sua tentativa é perfeita, com prepotência querendo impor sua vontade, mas o mundo que os cerca é o imperfeito e não responde as suas demandas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ficam irados, cheios de raiva pelo seu fracasso, ou pela não concordância das pessoas ou situações com as quais convivem. Se sentem injustiçados. Pensam que os outros são menos inteligentes, incompetentes, se irritam e ferem com palavras que atingem a autoestima do outro. São eles que estão com baixa estima e projetam suas frustrações nas outras pessoas e situações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma eles </span><b>dizem NÃO PARA A VIDA</b><span style="font-weight: 400;">. Negam qualquer tipo de ajuda. Nada serve para tirá-los do fundo do poço. Eles não querem. Aos poucos eles vão perdendo todo o interesse pela vida, suas forças se recolhem para dentro de si e ficam prostrados, mortos em vida. O pensamento que se segue é que </span><b>é preferível morrer que viver assim. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As terapias neste caso tentam, sem resultado algum, animar a pessoa, indicam movimentação do corpo para gerar hormônios que gerem sensação de prazer, o que eles já perderam há muito tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O deprimido tem que sair sozinho, com suas próprias forças. Ninguém pode tirá-lo ou convencê-lo a sair desse “poço”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para sair tem que começar a enxergar o mundo de outra forma, onde sua vontade não prevalece. Se perceber nas situações em que é arrogante e se irrita porque as coisas não são de seu jeito. Mesmo que tenha razão, está errado pois</span><b> </b><span style="font-weight: 400;">esta razão do deprimido é baseada num olhar egoísta das situações e das pessoas. Esta razão egoísta é o cerne da depressão. </span><b>A razão centrada no ego é a causa da depressão</b><span style="font-weight: 400;">. Achar que sabe tudo, que está certo em tudo, que sempre tem a melhor resposta. É uma alienação narcisista. E narciso está desconectado do mundo, vive apenas para si. No paciente deprimido este Narciso faliu, não deu certo em viver centrado em si mesmo. O contraste com o mundo externo mostra para ele sua falência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Só resta uma saída: deixar a si mesmo de lado e ser útil ao mundo. Perceber-se nas situações em que é egoísta, orgulhoso e vaidoso e </span><b>dar marcha ré nessa forma de pensar que gera tanta raiva, desilusão, tristeza, impotência, rigidez, pessimismo, negação, desinteresse pela vida</b><span style="font-weight: 400;">. Aprender a pensar diferente, pensar com otimismo e servir aos outros sem restrições ou condições (egoístas) impostas. </span><b>Servir com alegria, com humildade (sem se achar superior), vendo o outro como igual.</b><span style="font-weight: 400;"> É um caminho longo e de esforço pessoal interior. Ninguém consegue ajudar o deprimido a pensar diferente, apenas ele pode fazer isso.</span></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/depressao/">Depressão</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Regressão</title>
		<link>https://psicologoalejandro.com.br/regressao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terapia individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para que serve a regressão? Quando usamos regressão? Como funciona? O método ou técnica de regressão se baseia numa ampliação de consciência do paciente para que ele possa acessar conteúdos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Para que serve a regressão? Quando usamos regressão? Como funciona?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O método ou técnica de regressão se baseia numa ampliação de consciência do paciente para que ele possa acessar conteúdos que estão subconscientes e que geram confusão, mal-estar, desencaixe na vida, falta de espontaneidade e outros sintomas que atrapalham a vida do paciente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente esses conteúdos subconscientes contém uma incompreensão de situações passadas junto com uma carga emocional que sustenta essa crença (situação incompreendida). As incompreensões acontecem geralmente na infância e adolescência que são estágios onde nossa mente está se desenvolvendo e por tal motivo não consegue compreender a fundo os conteúdos das experiencias, gerando assim um trauma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses traumas condicionam os comportamentos na vida adulta. Esse </span><b><i>condicionamento é uma defesa da situação que gerou o trauma, uma forma de evitar passar novamente pela mesma situação.</i></b><span style="font-weight: 400;"> Só que esse condicionamento foi gerado na infância ou adolescência e não é funcional na vida adulta. Acaba gerando outras situações complicadoras como forma de evitar viver o trauma novamente. Isso é chamado em psicologia de complexo, ou seja, há uma situação traumática que gerou comportamentos defensivos, porem esses comportamentos são desadaptados e criam outros problemas na vida do paciente, deixando mais complexa a resolução do trauma.</span></p>
<p><b><i>A regressão é utilizada para acessar as memórias desses traumas</i></b><span style="font-weight: 400;">, agora com a mente de adulto, proporcionando ao paciente a possibilidade de se livrar da carga emocional, compreender a situação de uma forma mais madura e assim desativar o trauma. Mas antes de fazer a regressão é necessário desfazer esse emaranhado de comportamentos disfuncionais que tentam proteger do trauma. Se tentar fazer a regressão sem haver uma compreensão desses comportamentos que encobrem o trauma, será difícil ao paciente acessar o trauma, pois haverá uma justificação constante do paciente em relação aos comportamentos protetivos (chamados de sintomas psicológicos). Esses comportamentos funcionam como “uma capa protetora” que dificulta o acesso ao trauma. Para dissolver essa capa protetora o paciente deve perceber esses comportamentos protetivos e analisar os prejuízos que eles trazem para sua vida. Quando ele percebe que se trata de um comportamento para se proteger do trauma, nesse momento está aberto para tratar o trauma e fazer a regressão.</span></p>
<h3><b>Como é a regressão? O que acontece com o paciente durante?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A técnica de regressão é a utilizada começa com um relaxamento do corpo físico. O paciente fica sentado confortavelmente ou deitado, se preferir. O relaxamento é dirigido pelo psicólogo para as diferentes partes do corpo. Isto faz com que o paciente se concentre no corpo e deixe a mente livre de outros pensamentos. Este relaxamento do corpo, sem dormir, faz com que o paciente aumenta a percepção de si mesmo e ao mesmo tempo proporciona um acesso mais claro as memórias do subconsciente. Isto é uma ampliação da consciência.</span></p>
<p><b>IMPORTANTE: O paciente fica o tempo inteiro consciente!!</b><span style="font-weight: 400;"> Consciente do meio ambiente envolta, e consciente de suas histórias passadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim se faz possível acessar o trauma e todas as emoções contidas nele, eliminando-as. Depois sim se faz possível ressignificar a situação do trauma através de uma nova forma compreensão do acontecido e uma percepção mais clara de que não há mais necessidade de manter os comportamentos defensivos que são disfuncionais na vida atual.</span></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/regressao/">Regressão</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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