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	<title>Relacionamentos de casal e Família - Psicólogo Alejandro</title>
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	<description>Psicólogo especialista em casais e sexualidade</description>
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		<title>Como funciona a terapia de casal?</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jan 2020 13:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos de casal e Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terapia de casal cada um tem uma queixa diferente do outro. Cada parceiro se sente não compreendido e não atendido nas suas necessidades. Acreditam que a solução de seus</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na terapia de casal cada um tem uma queixa diferente do outro. Cada parceiro se sente não compreendido e não atendido nas suas necessidades. Acreditam que a solução de seus problemas conjugais está na mão do outro. Desta forma ficam focados em acusar um ao outro de suas insatisfações na relação e ninguém quer olhar para si mesmo. Ambos têm dificuldades em reconhecer no que falham e estão concentrados em se defender das acusações do outro. Por isso não conseguem sair desse nó na relação e essa luta pode durar décadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas técnicas de terapia de casal fazem os atendimentos com o casal juntos na sala do consultório. Essa configuração terapêutica permite que a briga que acontece no lar se repita no consultório, na frente do terapeuta. Isso gera constrangimento dos parceiros ao ser expostos certos assuntos que, se fossem tratados de forma individual, seria mais fácil de encontrar soluções. </span><b><i>Um primeiro atendimento juntos</i></b><span style="font-weight: 400;"> para avaliar o tipo de briga pode ser útil ao terapeuta para entender o funcionamento do casal, mas fazer isso em todos os atendimentos não traz soluções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por estes motivos a forma de trabalho que proponho é </span><b><i>um atendimento dos parceiros em separado alternado com um atendimento juntos. </i></b>A sessão com cada parceiro de forma individual<span style="font-weight: 400;"> permite que possamos abordar questões de cada um com suas particularidades. Assim, o atendimento individual propicia que cada um olhe para seu problema na relação e encontre, junto com o terapeuta, formas mais efetivas de satisfazer suas necessidades com o parceiro. Na sessão seguinte, com os dois juntos, colocamos em prática os avanços da sessões individuais.</span></p>
<p><b><i>O ponto principal da terapia de casal é construir um canal de comunicação </i></b><span style="font-weight: 400;">que permita a ambos se expressar e se abrir nos assuntos íntimos de forma que o parceiro compreenda e acolha as dificuldades do outro. Dessa forma cada um pode usar suas energias para mudar a si mesmo em lugar de usá-las para acusar e se defender.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O benefício imediato dos atendimentos em separado é que o casal começa a buscar novas formas de comunicação e isso acelera bastante o processo. Essas novas formas de comunicação são incentivadas e ajustadas durante as consultas juntos.</span></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/como-funciona-a-terapia-de-casal/">Como funciona a terapia de casal?</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Qual é a função da mãe e a do pai na vida de um filho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos de casal e Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mãe é o primeiro vínculo que estabelecemos e isso já acontece dentro do útero dela. Trata-se de um vínculo “visceral”. A mãe, como o filho, se sente como uma</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A mãe é o primeiro vínculo que estabelecemos e isso já acontece dentro do útero dela. Trata-se de um vínculo “visceral”. A mãe, como o filho, se sente como uma extensão corporal um do outro. Todas as funções corporais do bebê </span><b>dependem</b><span style="font-weight: 400;"> totalmente da mãe: comer, dormir, tomar banho, etc. A criança só sente mal-estar, mas não discrimina do que se trata. É a mãe que traduz para o filho se esse mal-estar é de fome, de sono ou de alguma doença. O filho/a aprende com a mãe a conhecer seu próprio corpo e vê-lo separado do da mãe. Mas </span><b>a tendência da função “mãe” é FAZER tudo pelo filho/a</b><span style="font-weight: 400;"> e</span> <span style="font-weight: 400;">desta forma os filhos criam uma </span><b>dependência do fazer da mãe: </b><b><i>“mãe!&#8230; faz tal coisa para mim?”</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tal dependência do fazer da mãe mantem os filhos dentro da infância emocional (de 0 a 9 anos). Assim vemos filhos adolescentes com comportamento infantis, ou seja, </span><b>a maturação foi impedida pelo FAZER DA MÂE.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui não se trata que a culpa de tudo seja da mãe, se não que, </span><b>estender além dos 12 ou 13 anos a FUNÇAO MATERNA (fazer pelos filhos) produz uma falta de maturidade</b><span style="font-weight: 400;">. É natural que a mãe ao ver os filhos passarem trabalho com as demandas da vida adolescente e adulta queira ajudar </span><b>FAZENDO por eles o que os filhos deveriam fazer por si mesmos.</b><span style="font-weight: 400;"> Para a mãe é um ato de amor. Mas é um amor que impede de crescer!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao passo que </span><b>o pai</b><span style="font-weight: 400;"> não é muito voluntarioso em fazer as coisas pelo filho/a e </span><b>tem uma tendência a deixar de fazer coisas para eles</b><span style="font-weight: 400;">, de comparecer na escola, de “ajudar” com os deveres, de levar no médico, de dar comida para o cachorro do filho, etc. Essa </span><b>atitude é vista como egoísmo do pai</b><span style="font-weight: 400;">.  </span><b><i>“O pai não se preocupa com minhas coisas, só quer saber das coisas dele”, “sempre que preciso dele, ele não tem tempo”, “ele não conversa comigo das minhas coisas, dá pouca importância”</i></b><span style="font-weight: 400;"> e outras reclamações nesse estilo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui vemos duas atitudes diametralmente diferentes entre mãe e pai. E não se trata de que um deles esteja errado. Cada atitude, tanto da maternidade como da paternidade são estritamente necessárias em fases diferentes do crescimento. São funções instintivas. O ser humano mulher e homem já nascem com esse instinto natural. É o instinto que </span><b>os filhos precisam de cada um dos pais em diferentes idades.</b><span style="font-weight: 400;"> A criança pequena não sabe fazer nada pelo próprio cuidado então a mãe cuida dele. O adolescente já sabe cuidar de seu corpo, sabe se conduzir até a escola, sabe falar para pedir o que deseja, etc. Não precisa mais da mãe intermediando essas funções. </span><b>Na adolescência os filhos têm que APRENDER A SE VIRAR SOZINHOS perante os desafios da vida. Quem ensina a fazer isso é o pai</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pai não tem vontade de fazer pelos filhos, mas tem vontade para </span><b>ensinar como fazerem sozinhos. O próprio instinto do pai de não ajudar obriga os filhos a resolverem seus problemas</b><span style="font-weight: 400;">. O instinto da mãe de resolver os problemas dos filhos os torna: infantis, raivosos, irritáveis, dependentes, incapazes, envergonhados e sem coragem de falar para resolver seus problemas, medrosos perante o menor desafio da vida, não tem claro o que querem e precisam da ajuda da mãe para escolher, sem muito direcionamento na vida, dentre outras.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Os homens têm posturas mais direcionadas, focadas e com iniciativa (caraterísticas masculina), ao passo que mulheres têm uma visão mais contextualizada, abrangente, sem foco específico e mais receptivas (caraterísticas feminina). Ambos, homens e mulheres, possuem os dois tipos de características, masculinas e femininas, só que de acordo com o gênero é mais preponderante uma característica que a outra. Desta forma a mãe passa para o/a filho/a as características femininas e o pai as masculinas. Cada tipo de característica nos são uteis em situações diferentes da vida; algumas demandam uma atitude mais masculina, como as situações de trabalho, por exemplo, outras uma atitude mais feminina como situações de relacionamento afetivo. Ficar em falta de uma delas significa andar capenga pela vida.</span></i></p>
<h3><b>Quando os pais estão separados. Você não precisa de seu pai? Ou precisa?</b></h3>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Como o pai e a mãe competem pela afeição do filho/a, não se pode ter uma imagem fiel do pai através dos olhos da mãe. Algumas mães procuram mostrar para o filho queas relações no mundo estão permeadas pelos sentimentos que são uma extensão da relação mãe-filho/a, ao passo que o pai representa o que é racional, rígido, voltado pro dinheiro e até brutal. “Seu pai sempre vai ser assim! Não tem jeito!”. Por tanto o filho cresce com uma imagem distorcida</span></i> <i><span style="font-weight: 400;"> do pai, não necessariamente provada pelos atos ou palavras dele, mas baseada na observação que a mãe faz dessas palavras e atos.” </span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">(Robert Bly “Joao de Ferro – Um livro sobre os homens”)</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mãe é quem estabelece para o filho a primeira conexão com os sentimentos: “você está triste, meu filho?” então o filho/a aprende que tal sensação é tristeza. Desta forma a mãe vai ensinando o que é raiva, medo, alegria, etc. ao descrever para o filho o que ele está sentindo. Dessa forma o/a filho/a aprende uma visão feminina do que são sentimentos que ao mesmo tempo encerra uma visão negativa do pai: aquele que não tem sentimentos, que não tem compaixão, “teu pai não entende dessas coisas”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma o filho/a aprende e adota uma visão feminina sobre o pai e o que é a masculinidade. Ao passo que se afasta do pai, pois ele simboliza algo que é amedrontador e não desejável para o filho. </span><b>O pai simboliza as dificuldades ao passo que a mãe as facilidades (ela facilita a vida). Se</b><span style="font-weight: 400;"> </span><b>o filho vai para a vida com esta postura, ele acredita que tem direito ao que deseja, que “alguém” tem que lhe fornecer o que deseja (como a mãe o fazia);</b><span style="font-weight: 400;"> pensa que a vida é injusta com ele; e em consequência lhe falta atitude (qualidade masculina) perante a vida para conseguir o que quer dela, espera que a vida lhe dê e não se torna um produtor e um fornecedor, ele/a é apenas um consumidor do que “alguém” tem que lhe dar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando os pais estão brigados esta situação se agrava, pois os filhos geralmente </span><b>escutam as desvalorizações do pai e das qualidades masculinas como sendo algo não desejável.</b><span style="font-weight: 400;"> Então geralmente os filhos adotam uma </span><i><span style="font-weight: 400;">postura </span></i><b><i>“eu nunca vou ser como meu pai”</i></b><span style="font-weight: 400;">. Esta postura os impede de absorver na personalidade as características do pai que lhe serviriam para lidar de forma mais assertiva na vida. Dessa forma </span><b>os filhos começam a se sentir impotentes</b><span style="font-weight: 400;"> perante diferentes situações de vida. </span><b>Falta-lhes decisão e atitude. Tornam-se fracos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas ainda escutaremos algumas mães dizerem: </span><i><span style="font-weight: 400;">“melhor que não absorvam nada do pai, pois o pai é um fracassado, nunca ajudou em nada, ele sempre viveu para ele mesmo”</span></i><span style="font-weight: 400;">. Como dizemos antes essa é uma visão feminina do pai e do masculino. O pai não deve ajudar o filho da mesma forma como a mãe o faz. </span><b>O pai que ajuda é aquele que ensina o filho/a a achar as próprias soluções para suas necessidades ou dificuldades na vida</b><span style="font-weight: 400;">. Pai é aquele que ensina a pescar, mas nunca dá o peixe. E o jeito que o pai ensina não é como a mãe o faria!! O que a mãe chama de atitude egoísta ensina o filho/a a ser autônomo, autossuficiente, independente</span><b>.</b><span style="font-weight: 400;"> Essa autonomia o ajuda a sair da dependência da mãe e o torna adulto. Mas sabemos que muitas mães não querem, consciente ou inconscientemente, que o filho se torne independente dela, e dizem: “teu pai não te ajuda em nada, eu vou fazer isso no lugar dele”. Desta forma o prendem na “saia da mãe” tirando-lhes a independência que poderiam conquistar ao resolver seus próprios problemas de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como o pai se relaciona com o filho/a pode parecer aos olhos da mãe rude, sem compaixão, sem sentimentos, racional demais, focado no dinheiro ou na conquista de um objetivo deixando algumas coisas não prioritárias de lado. Mas é esse jeito que propicia ao filho/a a lidar de forma mais assertiva com sua vida, suas decisões, vencer obstáculos com suas forças e habilidades, a ter firmeza e responsabilidade. Assumir os próprios erros e acertos e se levantar sozinho quando cair na vida. O pai faz tudo isso com amor, amor de homem, amor masculino. </span><b>O pai olha pros seus filhos, mas não intervém, apoia, mas não faz por eles. Cuida e protege quando é necessário</b><span style="font-weight: 400;">. E faz tudo isso com amor. O amor está no ato em si, pois ensinar como a vida funciona fora de casa é trabalhoso e não tem compensação própria, a não ser o orgulho de ver o filho conseguir conquistar seus objetivos de vida sozinho, sem precisar dos pais.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Quando uma mãe impede ou interfere neste trabalho do pai está condenando o/a filho/a a que a vida ensine de forma muito mais dura e sem compaixão com a frustração e o fracasso como adulto.</span></i> <i><span style="font-weight: 400;">O mundo fora da casa da mãe se parece muito mais com o jeito do pai!</span></i></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/qual-e-a-funcao-da-mae-e-a-do-pai-na-vida-de-um-filho/">Qual é a função da mãe e a do pai na vida de um filho?</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brigas de casal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos de casal e Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As qualidades masculinas e femininas se manifestam tanto em homens como em mulheres, isto é, todos nós carregamos qualidades femininas e masculinas conosco. As qualidades naturais do feminino e masculino</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As qualidades masculinas e femininas se manifestam tanto em homens como em mulheres, isto é, todos nós carregamos qualidades femininas e masculinas conosco. As qualidades naturais do feminino e masculino podem se distorcer quando aparece o </span><b>MEDO</b><span style="font-weight: 400;">. Esse medo gera </span><b>ÓDIO</b><span style="font-weight: 400;"> como defesa e isso faz distorcer as qualidades originais. Vemos na tabela abaixo algumas qualidades e distorções do masculino e feminino:</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<h5><b>Feminino</b></h5>
</td>
<td>
<h5><b>Distorção do Feminino</b></h5>
</td>
<td>
<h5><b>Masculino</b></h5>
</td>
<td>
<h5><b>Distorção do Masculino</b></h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Receptividade</b></td>
<td><b>Submissão</b></td>
<td><b>Ação</b></td>
<td><b>Agressividade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Aceitação</b></td>
<td><b>Dependência</b></td>
<td><b> Realização</b></td>
<td><b>Falsa autossuficiência</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Expansão</b></td>
<td><b> Masoquismo</b></td>
<td><b>Prover</b></td>
<td><b>Sadismo</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Pacificar</b></td>
<td><b> Vitimismo</b></td>
<td><b>Proteção</b></td>
<td><b>Lutar</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Paciência e Tolerância</b></td>
<td><b>Permissividade</b></td>
<td><b> Limites</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Holismo (ver o todo e não apenas as partes)</b></td>
<td><b>Falta de praticidade</b></td>
<td><b> Foco, Concentração, Disciplina</b></td>
<td><b>Falta de contexto, visão do todo</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Intuição</b></td>
<td></td>
<td><b>Lógica matemática, raciocínio</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Sentimentos e emoções</b></td>
<td><b>Sentimentalismo</b></td>
<td><b>Razão</b></td>
<td><b>Frialdade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Seletividade de parceiro</b></td>
<td></td>
<td></td>
<td><b>Promiscuidade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Compaixão</b></td>
<td></td>
<td></td>
<td><b>Impiedade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Beleza</b></td>
<td><b>Sedução</b></td>
<td><b>Liderança</b></td>
<td><b>Intimidação, Abuso de poder, Prepotência</b></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><b>Rejeição do feminino, visto como submissão</b></td>
<td></td>
<td><b>Diminuição do feminino</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Sensibilidade</b></td>
<td><b>Susceptibilidade</b></td>
<td></td>
<td><b>Falta de sensibilidade, Rudeza</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Delicadeza, Gentileza</b></td>
<td></td>
<td></td>
<td><b>Bruto, Sem polimento</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Acolher</b></td>
<td><b>Identificação com o sofrimento sem dar uma saída (sofrer junto)</b></td>
<td><b>Direcionamento, Planejamento</b></td>
<td><b>Julgar, Criticar sem dar uma saída</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Integrar</b></td>
<td></td>
<td><b>Analisar</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Compreensão</b></td>
<td></td>
<td><b>Sabedoria (saber como funcionam as coisas)</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Expansão</b></td>
<td><b>Desordem</b></td>
<td><b>Direção, Ordem</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Brandura</b></td>
<td></td>
<td><b>Firmeza</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Cooperação, União</b></td>
<td><b>Submissão</b></td>
<td><b>Comando</b></td>
<td><b>Individualismo, Egoísmo</b></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><b>Depressão</b></td>
<td></td>
<td><b>Ansiedade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Capacidade de se relacionar</b></td>
<td><b>Carência</b></td>
<td><b>Autoconfiança</b></td>
<td><b>Insegurança, Falta de auto confiança</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambas distorções são formas de violência. O intimidador é dependente do intimidado e vice-versa. Quando há paz o feminino distorcido e o masculino distorcido fazem alguma coisa para trazer à tona o ódio. Ambos remoem mágoas para gerar sofrimento e tristeza em si mesmo (masoquismo) ou para descarregar o ódio da mágoa no outro (sadismo). </span><b>Ambos se alimentam da humilhação. O masoquista do próprio sofrimento e o sádico do sofrimento do outro.</b></p>
<h3>Brigas de casal (dinâmica sadomasoquista)</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um determinado lar os filhos veem o pai agredir a mãe; o pai usando seu masculino distorcido (sadismo) e a mãe submetendo-se aos maus tratos (masoquismo). Os filhos não entendem a </span><b>dinâmica sadomasoquista</b><span style="font-weight: 400;"> do casal. Na sua visão infantil acreditam que a mãe está sendo vítima e precisa da proteção dos filhos contra o pai. Essa aliança com a mãe e a rejeição do pai provoca </span><b>raiva do pai agressor e raiva da mãe submissa que não se defende</b><span style="font-weight: 400;">. Os filhos não entendem essa lógica sadomasoquista em que um é dependente do ódio do outro para poder continuar a briga, as vinganças sem fim, e assim se impor um ao outro.</span></p>
<p><b>Um homem que reprime seu masculino</b><span style="font-weight: 400;"> porque o pai tem atitudes sádicas, quando fica alterado pela raiva, age como esse pai. Esse homem, quando está calmo e a consciência está no comando da sua mente, tem uma postura mais feminina, com as qualidades do feminino sadias (mais receptivo, amoroso, etc), mas também as distorcidas (se vitimiza, pouca iniciativa, carente, etc.). Ao mesmo tempo que tem uma postura distorcida do masculino (reações raivosas e agressivas, etc.) não consegue manifestar as qualidades sadias do masculino (autoconfiança, decisão, assertividade na vida, etc.).</span></p>
<p><b>Uma mulher que rejeita o masculino</b><span style="font-weight: 400;"> usa de seu masculino distorcido (agressividade, falsa autossuficiência, competitividade, etc.) como forma de enfrentar o masculino distorcido. Desta forma ela não aceita seu feminino na sua consciência porque o acha frágil, submisso, sem força, etc. que é o feminino distorcido da sua mãe. Assim ela também rejeita o próprio feminino sadio que é receptividade, amorosidade, apaziguar, união e cooperação, etc.</span></p>
<p><b>O machismo é usar o masculino distorcido. O feminismo é usar o masculino distorcido para enfrentar o próprio masculino distorcido. Ou seja, não há lugar para o feminino sadio se manifestar.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um lar onde a </span><b>mãe é agressiva e o pai é submisso</b><span style="font-weight: 400;">, isto é, a mãe tem uma atitude masculina distorcida e não usa seu feminino sadio (amorosidade, compreensão, acolhimento, etc.) com seus filhos, estes buscam as qualidades femininas no pai e se posicionam contra a mãe. Ou seja, valorizam as qualidades femininas sadias do pai, mas também não absorvem as qualidades masculinas sadias do pai (segurança, ação, direcionamento na vida, etc.) porque o pai não as manifesta. </span><b>Os filhos se sentem fracos perante a vida</b><span style="font-weight: 400;">, como o pai. Ao mesmo tempo rejeitam a mãe agressiva e exigente, desenvolvendo</span><b> um feminino distorcido</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b>dependência, carência, desproteção, isolamento, depressão, baixa-estima, etc.)</b></p>
<p><b>As distorções surgem em nós da falta de compreensão da relação entre os pais, e dos pais conosco</b><span style="font-weight: 400;">. Os pais nos iniciam nessas distorções na forma como como nos envolvem nas suas disputas de poder do casal. Os filhos, crianças ainda, não tem uma compreensão clara dos </span><b>jogos sadomasoquistas pelo poder</b><span style="font-weight: 400;"> que os pais têm. Muitas vezes os pais envolvem seus filhos nessas disputas exigindo que se alinhem de um ou de outro lado, geralmente se vitimizando. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra forma de desenvolver distorções nos filhos é a forma como os tratamos. Por vezes os pais agridem os filhos colocando-os numa posição de vítima constante pelos maus tratos gerando uma personalidade masoquista (feminino distorcido). Por vezes os pais se fazem de vítima obrigando os filhos a cuidarem deles desenvolvendo nos filhos uma atitude sádica (masculino distorcido). Isso faz com que os filhos agridam o pai ou a mãe que se faz de vítima para conseguir dos cuidados do filho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma se perpetua de geração para geração as distorções do masculino e do feminino e </span><b>do círculo vicioso do sadomasoquismo (prazer na agressão e em ser agredido).</b></p>
<p><b>Sadismo é uma distorção do masculino</b><span style="font-weight: 400;"> que tem como expressão o ódio dos outros e do “mundo injusto”. É uma expressão do </span><b>ódio para fora de si</b><span style="font-weight: 400;">. “A culpa de meu sofrimento é do outro, preciso me vingar, dar uma lição para que o outro aprenda a não me magoar.”  O sádico se acha sempre certo, “o correto”. É o acusador e o executor da sentença do outro. Haters (odiadores) na internet são um exemplo de sadismo, de colocar o ódio para fora de si. Uma intolerância extrema com o diferente para poder expurgar o ódio de dentro de si.</span></p>
<p><b>Masoquismo é uma distorção do feminino</b><span style="font-weight: 400;"> que tem como expressão o ódio contra si mesmo. É uma expressão do </span><b>ódio para dentro de si.</b><span style="font-weight: 400;"> “Eu não sou boa pessoa, mereço que me façam sofrer para eu pagar o mal que eu fiz. Preciso ser boa pessoa para os outros, mesmo que eles me agridam. Se me agridem é porque mereço. Sou culpada e mereço sofrer.” O masoquista se acha sempre errado, insuficiente, incapaz. Merece tudo de mal que acontece com ele. Autojulgamento e intolerância com os próprios erros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos falando da culpa de não ser amados, pelo menos é assim como interpretamos a vida. Na realidade nós </span><b>não nos sentimos amados como NÓS queríamos e colocamos a culpa disso nos outros, aqueles que não nos amaram (sadismo) ou em nós mesmos, achando que há algo errado conosco para não sermos amados (masoquismo).</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sadismo e o masoquismo se atraem mutuamente. Um quer culpar o outro pelo amor não recebido e o outro se culpa a si mesmo por não receber amor. O sádico quer agredir, colocar seu ódio para fora. O masoquista quer ser castigado pelos seus erros, quer receber esse ódio porque se odeia.</span></p>
<p><b>Machismo é o sadismo, é o ódio pelo outro, é a acusação do outro pelo mal que sofro, é a agressão do outro como vingança,</b><span style="font-weight: 400;"> para que o outro me respeite, para que o outro aprenda a me amar como eu sou; eu sou o correto. </span><b>Feminismo é sadismo também agindo num corpo feminino.</b><span style="font-weight: 400;"> Tem a mesma postura sádica de acusação, revanche, querer fazer o outro pagar pelo mal que sente. </span><b>O feminismo odeia a mulher masoquista. </b><span style="font-weight: 400;">O masoquismo é a distorção do feminino.</span><b> </b><span style="font-weight: 400;">A feminista se defende dessa distorção usando o masculino distorcido, o sadismo. </span><b>Reprimindo em si mesma o feminino sadio (Compaixão, Sensibilidade, Delicadeza, Gentileza, Receptividade, Tolerância, etc.).</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Homens e mulheres usam alternativamente de sadismo (machismo ou feminismo) e masoquismo porque não conseguem entender por que não se sentem amados (entendendo isto como o outro não me ama). Tentam encontrar culpados para isso, quando na realidade </span><b>não se sentir amado é uma interpretação pessoal</b><span style="font-weight: 400;">. </span><b>Através das distorções do masculino e feminino se defendem dessa crença de não serem amados.</b><span style="font-weight: 400;"> O ódio é usado para se defender da falta de amor. </span><b>Odeiam por não serem amados e se fazem odiar, perpetuando assim a crença de falta de amor.</b></p>
<p><b>O Medo de não ser amado e o Ódio como vingança de tal, geram as distorções do masculino e do feminino como mecanismos de defesa da falta de amor do outro, esquecendo-se de amar a si mesmos.</b></p>
<p><b></b><b>O ódio nas formas de sadismo, machismo, feminismo e masoquismo NÃO nos conduzirão ao AMOR, à união, ao respeito, etc. que são os verdadeiros valores femininos e masculinos do ser humano.</b></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/brigas-de-casal/">Brigas de casal</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Meu pai não gosta de mim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos de casal e Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como filhos, muitas vezes, encontramos dificuldades em nos aproximar de nosso pai. Quando falo de aproximação é no sentido afetivo em primeiro lugar e em segundo lugar de suas ideias</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Como filhos, muitas vezes, encontramos dificuldades em nos aproximar de nosso pai. Quando falo de aproximação é no sentido afetivo em primeiro lugar e em segundo lugar de suas ideias sobre o mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo junto da mãe é muito diferente do mundo que o pai nos oferece. Para poder entender melhor isso vamos analisar </span><b>como é o mundo da mãe e o mundo do pai.</b></p>
<h3><b>Mundo da Mãe</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo afetivo que conhecemos é o da mãe. É ela que nos ensina sobre o que sentimos. Por exemplo, a criança chora, mas não sabe se esse choro é de tristeza, de raiva, de medo ou de alegria. A mãe percebe o choro e pergunta para a criança: “estás triste?” ou “estás com medo?”. Assim a criança aprende que aquele sentimento é tristeza ou medo. Em outras palavras é a mãe que dá nome para os sentimentos, o mundo da sensibilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro contato com o mundo se dá de dentro do corpo da mãe (na gravidez). Somos um só com a mãe. Aonde a mãe vai, vamos juntos. O que a mãe sente, sentimos juntos. Ao nascer nosso corpo se separa do corpo da mãe, mas nosso vínculo afetivo ainda continua sendo um só com a mãe. Quando a mãe está alegre nos sentimos alegres. Se a mãe está triste também ficamos tristes. A mãe, por sua vez, sente o filho como se fosse uma extensão de si mesma, como se fosse um braço ou uma perna dela; algo do que ela não pode se separar. Esse sentimento vem da gravidez quando essa criança fazia parte de do corpo da mãe. Desta forma se estabelece uma </span><b><i>relação simbiótica</i></b><span style="font-weight: 400;"> em que a mãe e o filho parecem funcionar juntos.</span><b> A mãe satisfaz todas as necessidades do filho e o filho se sente amparado em todas as situações</b><span style="font-weight: 400;">. Esse amor da mãe é um </span><b>AMOR INCONDICIONAL</b><span style="font-weight: 400;">, aconteça o que acontecer ela sempre estará presente nos apoiando. Mesmo que o filho esteja na cadeia por um crime hediondo a mãe o continuará amparando, ou seja, mesmo que estejamos equivocados a mãe nos acolhe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse estágio é necessário nos primeiros anos de nossa infância, mas na medida que vamos crescendo adquirimos independência da mãe. Alimentamo-nos sozinhos, nos vestimos, nos higienizamos, vamos à escola e estudamos sozinhos. Ao chegarmos </span><span style="font-weight: 400;">aos 12 anos</span><span style="font-weight: 400;"> aproximadamente, a dependência da mãe já diminuiu bastante, pois satisfazemos 80% das nossas necessidades sem a intervenção dela. Nessa idade começam a aparecer outras necessidades que a mãe já não pode suprir e quem tem a capacidade de suprir é o pai. Muitas vezes a mãe intercede perante o pai para que ele satisfaça o filho, mas </span><b>quem tem o que o filho precisa é o pai.</b></p>
<h3><b>Mundo do Pai</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O amor do pai não é como o da mãe, incondicional !!! </span><b>O pai nos coloca condições para nos suprir do que necessitamos.</b><span style="font-weight: 400;"> Ele coloca regras a serem cumpridas, caso contrário haverá uma consequência que não desejamos. Com a mãe é diferente, ela sempre dá um jeitinho de nos dar tudo sem cobrar nada. As mães têm muita dificuldade de negar algo para o filho. Elas sentem culpa quando negam algo para o filho. Mas o pai não. </span><b>O pai nega como forma educar o filho para o mundo. O mundo lá fora do lar é CONDICIONAL. Nos impõe condições para nos dar algo em troca.</b><span style="font-weight: 400;"> Numa empresa você tem que seguir a política e as normas caso contrário terá punições. E quem aceita as políticas e normas empresariais é premiado e consegue com isso atingir seus objetivos e satisfazer suas necessidades pessoais.</span></p>
<p><b>O amor do pai é um AMOR CONDICIONAL que nos prepara para o mundo.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas aos 12 anos quem quer desistir do amor incondicional da mãe que tudo dá sem cobrar nada e se aproximar do pai que nos exige responsabilidade de nossos atos??? É muito, mas muito mais cómodo ficar no mundo da mãe onde somos supridos fartamente sem fazer esforço. </span><b>Quem fica nesse mundo da mãe</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b> </b><span style="font-weight: 400;">ao sair de casa vai querer que o mundo se comporte da mesma maneira e então não aceitará normas e regras no trabalho nem nas relações, sejam de casal ou qualquer outra. Eles apenas </span><b>querem que o mundo satisfaça suas necessidades a qualquer custo</b><span style="font-weight: 400;">. Temos aí um comportamento psicopático que não aceita os limites sociais. O discurso dessas pessoas é: </span><b>“o mundo é contra mim”</b><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> mas antes já devem ter falado: “meu pai é contra mim”, “meu pai não gosta de mim”</span> <span style="font-weight: 400;">e outros similares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na realidade quem não gosta é o filho que não aceita os limites que o pai lhe impõe como medida educativa. O filho não gosta dos limites que vem do pai e enxerga o pai como seu inimigo, alguém que vai contra suas vontades. Então o filho se refugia no amor da mãe que o acolhe e tenta satisfazer suas vontades porque a mãe não pode ver o filho sofrer. Sente culpa.</span></p>
<p><b>Para poder se aproximar do pai é necessário</b><span style="font-weight: 400;">, em primeiro lugar, se afastar do mundo afetivo da mãe. </span><b>Renunciar ao amor incondicional da mãe e se submeter ao amor condicional do pai</b><span style="font-weight: 400;"> que nos prepara para o mundo adulto. Aprender com o pai. Deixar todas as críticas que temos de nosso pai de lado e nos permitir sermos amados por esse pai que </span><b>por amor nos impõe regras e condições para que depois não soframos no mundo fora de nosso lar.</b><span style="font-weight: 400;"> Quão mais amoroso poderia ser o pai??!!!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As mães deveriam facilitar essa passagem acatando os limites que o pai impõe ao filho e se desvinculando das decisões diretas para com a vida do filho, fazendo com que todas as decisões passem pelo pai. As mães devem conversar em particular com o pai sobre o futuro dos filhos, mas sempre deixar que o pai seja quem se dirige ao filho (isso a partir dos 12 anos). Não alimentar as críticas contra o pai que acabam sendo justificativas para o filho se manter no mundo da mãe e não crescer, se mantendo assim infantilizado. Dessa forma </span><b>o</b><span style="font-weight: 400;"> </span><b>filho pode estabelecer uma relação de confiança com o pai, pois ele vê que a mãe confia nas decisões do pai.</b></p>
<p><b>A partir dos 12 anos o filho deve ter mais contato com o pai que com a mãe. Seu referencial para tomada de decisões deve ser sempre o pai.</b><span style="font-weight: 400;"> Embora o pai tenha em conta o pensamento da mãe na hora de dar conselhos, ele não sente a culpa que o desviaria da direção educativa que prepara o filho pro mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de </span><b>pais separados</b><span style="font-weight: 400;"> continua valendo a mesma coisa, após os 12 anos o filho deve passar mais tempo com o pai. E a partir dos</span><b> 16 anos deveria ir morar com pai</b><span style="font-weight: 400;"> para se tornar um adulto responsável. Caso contrário, </span><b>filhos criados pelas mães, se mantem infantilizados</b><span style="font-weight: 400;"> cheios de desejos que os outros devem satisfazer, sem força para conquistar seus objetivos de vida, pois tudo, para eles, vem da mãe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas pessoas se queixam dos </span><b>maus tratos</b><span style="font-weight: 400;"> do pai quando era adolescente. Também há os maus tratos da mãe. Em ambos os casos precisa ser analisado se esses &#8220;maus tratos&#8221; eram realmente tais ou fruto da interpretação de quem os estava recebendo. Todos, de uma forma ou outra, em algum momento de nossa adolescência, sofremos com o tratamento que o pai nos impunha e não tínhamos muita saída a não ser nos submeter a vontade do pai sem compreender muito o porquê daquilo. Quando crescemos chegando na fase adulta e por sua vez nos tornamos pais ou mães conseguimos alcançar o entendimento de tais forma de tratamento. Porém, para quem não alcançou essa compreensão aqui vai uma reflexão de Alfonso Milagro:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b><i>A ferida que preserva a vida</i></b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;No tempo da poda, pareceria como se a arvore derramasse lágrimas; o insensível podador corta seus galhos sem compaixão, despoja a arvore de seus braços e roça sua galhada sem piedade.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Por cada uma das feridas a árvore destila o sangue de sua queixa ou de seu protesto; é como se a alma da árvore se levantara em grito contra semelhante atropelo.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Porém, isso serviu para que essa alma se contraísse, se retraísse durante os longos dias do inverno e assim não fosse alcançada em seu âmago pelo frio que mata.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Logo veio a primavera e os brotos anunciaram que a árvore não só não tinha morrido, mas que havia recuperado nova vida, nova força, nova fecundidade em flores e frutos.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Na tua vida a dor desempenha o papel do podador; tu poderás tal vez te queixar com pessimismo; mas se tens fé poderás te servir de nova força na tua vida.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O inverno não é a morte, é a reconcentração da vida.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Os mortos não são os que repousam em paz no seu tumulo. Mortos são os que têm a alma morta e ainda estão vivos.&#8221;</span></i></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/meu-pai-nao-gosta-de-mim/">Meu pai não gosta de mim</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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