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	<title>Psicólogo Alejandro</title>
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	<description>Psicólogo especialista em casais e sexualidade</description>
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		<title>Como funciona a terapia de casal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jan 2020 13:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos de casal e Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terapia de casal cada um tem uma queixa diferente do outro. Cada parceiro se sente não compreendido e não atendido nas suas necessidades. Acreditam que a solução de seus</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na terapia de casal cada um tem uma queixa diferente do outro. Cada parceiro se sente não compreendido e não atendido nas suas necessidades. Acreditam que a solução de seus problemas conjugais está na mão do outro. Desta forma ficam focados em acusar um ao outro de suas insatisfações na relação e ninguém quer olhar para si mesmo. Ambos têm dificuldades em reconhecer no que falham e estão concentrados em se defender das acusações do outro. Por isso não conseguem sair desse nó na relação e essa luta pode durar décadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas técnicas de terapia de casal fazem os atendimentos com o casal juntos na sala do consultório. Essa configuração terapêutica permite que a briga que acontece no lar se repita no consultório, na frente do terapeuta. Isso gera constrangimento dos parceiros ao ser expostos certos assuntos que, se fossem tratados de forma individual, seria mais fácil de encontrar soluções. </span><b><i>Um primeiro atendimento juntos</i></b><span style="font-weight: 400;"> para avaliar o tipo de briga pode ser útil ao terapeuta para entender o funcionamento do casal, mas fazer isso em todos os atendimentos não traz soluções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por estes motivos a forma de trabalho que proponho é </span><b><i>um atendimento dos parceiros em separado alternado com um atendimento juntos. </i></b>A sessão com cada parceiro de forma individual<span style="font-weight: 400;"> permite que possamos abordar questões de cada um com suas particularidades. Assim, o atendimento individual propicia que cada um olhe para seu problema na relação e encontre, junto com o terapeuta, formas mais efetivas de satisfazer suas necessidades com o parceiro. Na sessão seguinte, com os dois juntos, colocamos em prática os avanços da sessões individuais.</span></p>
<p><b><i>O ponto principal da terapia de casal é construir um canal de comunicação </i></b><span style="font-weight: 400;">que permita a ambos se expressar e se abrir nos assuntos íntimos de forma que o parceiro compreenda e acolha as dificuldades do outro. Dessa forma cada um pode usar suas energias para mudar a si mesmo em lugar de usá-las para acusar e se defender.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O benefício imediato dos atendimentos em separado é que o casal começa a buscar novas formas de comunicação e isso acelera bastante o processo. Essas novas formas de comunicação são incentivadas e ajustadas durante as consultas juntos.</span></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/como-funciona-a-terapia-de-casal/">Como funciona a terapia de casal?</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é abuso sexual?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 16:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas pessoas acreditam que abuso sexual somente é caracterizado quando há penetração ou estupro. Desta forma essas pessoas minimizam os fatos sem saber o mal causado e suas consequências na</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Algumas pessoas acreditam que abuso sexual somente é caracterizado quando há penetração ou estupro. Desta forma essas pessoas minimizam os fatos sem saber o mal causado e suas consequências na vida adulta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abuso sexual infantil é expor uma criança ao contato sexual de um adulto ou adolescente. Quando falo de criança me refiro a de menor de 10 anos, que não sabe e não entende o que é sexualidade. Seu corpo ainda não recebeu a carga hormonal que acontece na pré-adolescência (10 a 12 anos) e desenvolve e prepara o corpo e a mente para a sexualidade. Por tanto essa criança não está pronta para entrar em contato com a sexualidade e esse contato a choca, a deixa confusa em relação a si mesma e aos adultos que devem cuidá-la.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um fator importante a ter em conta é que </span><b><i>o abusador sente excitação pela criança</i></b><span style="font-weight: 400;">. A excitação é do adulto, que muitas vezes acredita que a criança o está provocando sexualmente, mas isso não é a realidade. A criança desconhece o que é sexo e não tem intenção nenhuma de provocar o adulto. O adulto sente excitação sexual por um corpo infantil, ele o erotiza na sua mente, no seu pensamento com fantasias sexuais e depois quer acreditar que essas fantasias sexuais são realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nestas interações em que o adulto força um contato sexual com a criança quero ressaltar novamente que </span><b><i>o adulto tem uma intensão sexual</i></b><span style="font-weight: 400;"> ao entrar em contato com a criança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então vou fazer uma descrição de algumas possíveis situações de contato sexual com crianças que deixarão marcas na vida adulta. Existem 3 formas em que o mundo impacta nossos sentidos: visual, auditiva e contato físico. Cada uma destas formas pode produzir um trauma sexual. Vejamos alguns exemplos:</span></p>
<p><b>Contato físico</b></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">Pedir para a criança tocar nos órgãos sexuais do adulto; masturbá-lo.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Esfregar órgãos sexuais no corpo da criança.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Tocar nos órgãos sexuais da criança, nas pernas, na bunda, nos mamilos.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Beijar a criança na boca com excitação sexual, nos mamilos ou fazer sexo oral na criança.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fazer a criança beijar as regiões que ele se excita sexualmente; pedir a criança fazer sexo oral.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Pedir para tomar banho junto com a criança e se excitar sexualmente durante o banho. Já tive um caso em que a mãe se excitava com o filho durante o banho e o apertava contra o corpo dela e falava para a criança “ai! Que gostoso!” logo após o banho essa mulher se masturbava e o filho a espiava. Essa mãe tinha sido abusada na infância e estava repetindo um padrão de se excitar com o corpo de uma criança.</span></li>
</ol>
<p><b>Visual</b></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">O adulto exibir seus órgãos sexuais excitados para a criança. Pedir para a criança olhar.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Espiar a criança no banheiro, tomando banho ou no quarto se trocando de roupa.</span></li>
</ol>
<p><b>Auditiva</b></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">Fazer comentários de conotação sexual para a criança do tipo “que bundinha, né?” ou “estás com as perninhas grossinhas?” ou “já estás criando peitinhos!!”. Muitas vezes junto com esses comentários o adulto acrescenta um contato físico tocando nas partes da criança da qual está falando.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ao ficar a sós com a criança ou adolescente o adulto pede para ter relação sexual. Muitos deles dizem para a criança: “eu sei que tu também quer”, ou diz que a criança é uma “safadinha” ou que ela gosta de sexo e coisas do tipo. Ou seja, </span><i><span style="font-weight: 400;">fala sobre sexualidade com a criança como se ela fosse adulta.</span></i></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas são formas de ativar a sexualidade da criança antes do tempo de acontecer naturalmente (10 a 12 anos). Isso significa que a criança vai entrar em contato com a sexualidade sem seu corpo estar pronto, nem sua mente estar pronta para isso, produzindo desta forma um </span><i><span style="font-weight: 400;">trauma sexual</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse choque deixa a criança com alguns comportamentos que não são naturais. Um deles é a criança começa a se comportar de forma “robotizada”, como alheia. Essa é uma forma de dizer “eu não quero estar aqui, nesta situação”. Esse tipo de comportamento, de não reagir a estímulos, faz com que o abusador passe acreditar que a criança está gostando, pois ela não diz nada e faz tudo o que é mandado como um robô.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um comportamento comum dos </span><i><span style="font-weight: 400;">abusadores é minimizar</span></i><span style="font-weight: 400;"> esse contato sexual dizendo que é apenas uma brincadeira, que não houve penetração ou contato sexual maior. O abusador também costuma dizer que é mentira da criança ou que é exagero, que não aconteceu nada. Mas a criança não poderia mentir sobre aquilo que ela não conhece: a sexualidade. Um psicólogo conhece os sintomas de uma criança abusada sexualmente e pode tirar dúvidas sobre se é ou não verdade que está acontecendo um abuso sexual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, se sua filha ou filho muda de comportamento, fica diferente e estranho ou fala que não quer mais ficar a sós com algum adulto, procure um psicólogo para tirar essa dúvida. Não faça vista grossa nem ache que são coisas da cabeça da criança. Tire as dúvidas e proteja essa criança. Quando adulto essa criança vai lembrar que a mãe não a protegeu e a culpará.</span></p>
<h3><b>Sequelas na vida adulta</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As sequelas se dão a nível de </span><i><span style="font-weight: 400;">pensamentos, sentimentos e no corpo físico</span></i><span style="font-weight: 400;"> da pessoa sexualmente abusada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><i><span style="font-weight: 400;">consequências no corpo físico</span></i><span style="font-weight: 400;"> aparecem como doenças ou disfunções do corpo. Estas doenças e disfunções estão associadas à disfunção sexual criada no momento do abuso pelas emoções associadas de NOJO, MEDO, RAIVA e ÓDIO. Essas emoções se geram durante o abuso e elas reprimem a energia sexual da pessoa abusada. A repressão da energia sexual dificulta ter prazer sexual quando se relaciona com outra pessoa, ela está bloqueada. O bloqueio da Energia Sexual faz com que essa energia fique acumulada no corpo e se degrade (como uma fruta guardada numa gaveta que apodrece). Essa energia degradada gera doenças no corpo como: doenças de pele, nódulos nos seios, cistos nos ovários e útero, endometriose etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As sequelas além de se dar no corpo físico, também aparecem no nível de pensamentos, sentimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As disfunções no comportamento estão associadas as emoções geradas no abuso: NOJO, MEDO, RAIVA e ÓDIO. Em particular o NOJO do próprio corpo e o ÓDIO de sua sexualidade. Esse ÓDIO e RAIVA de si diminuem sua autoestima. </span><b><i>A pessoa não se gosta</i></b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se criam também </span><b>CRENÇAS</b><span style="font-weight: 400;"> a respeito da sexualidade. O abusador usa a criança ou adolescente para satisfazer seu desejo sexual. Então a criança sente e pensa a mesma coisa: que </span><b><i>seu corpo serve de dar prazer ao outro</i></b><span style="font-weight: 400;">. Quando adulto se mantem esses pensamentos: meu corpo é para dar prazer ao outro e meu prazer fica de lado. Isto provoca INSATISFAÇÃO SEXUAL. Não consegue usar seu corpo para a própria SATISFAÇÃO.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa insatisfação pode provocar 2 tipos de comportamento:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">1-      </span><b><i>Retração sexual</i></b><span style="font-weight: 400;">: a pessoa EVITA TER RELAÇÕES SEXUAIS porque não tem prazer. Se sente suja, com nojo e pode relembrar do abuso a cada vez que tenha relação sexual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2-      </span><b><i>Compulsão sexual</i></b><span style="font-weight: 400;">: porque não consegue ter prazer, orgasmo, na relação sexual com um parceiro ou parceira. Geralmente só conseguem ter orgasmo quando se masturba com fantasias sexuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O corpo, quando abusado, é estimulado sexualmente pelo abusador e reage a esse estímulo. Mentalmente a criança não quer a relação sexual e emocionalmente sente nojo e medo, mas o corpo está excitado porque </span><b><i>as células do corpo reagem ao estímulo do toque e não aos pensamentos e emoções.</i></b><span style="font-weight: 400;"> Isso gera um </span><b><i>conflito </i></b><span style="font-weight: 400;">dentro da pessoa: </span><b><i>meu corpo se excita, minha mente diz “não quero fazer sexo; é errado” e sinto muito nojo e medo</i></b><span style="font-weight: 400;">. Então, a partir desse momento a excitação sexual fica associada a “é errado” e aos sentimentos de nojo e medo. Dessa forma se cria um BLOQUEIO SEXUAL.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Psicólogo trabalha PARA desfazer a associação da EXCITAÇÃO SEXUAL com o MEDO, o NOJO e os pensamentos de que SEXO É ERRADO. A ENERGIA SEXUAL precisa ser liberada dessas emoções negativas e dessas crenças e pensamentos negativos a respeito de sexo para que a pessoa possa USUFRUIR DE SEU CORPO PARA TER PRAZER SEXUAL. Com isto também se recupera a autoestima, deteriorada por se sentir suja, culpada, errada. Se RECUPERA A INOSCENCIA SEXUAL INFANTIL.</span></p>
<h3><b>Por que continuo sendo assediada depois do abuso?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O que acontece com uma pessoa que foi molestada sexualmente antes dos 10, 12 anos é que ela não entende o que está acontecendo e geralmente ela só vem a entender o que aconteceu na sua infância quando chega aos 12 anos e sua sexualidade começa a ser compreendida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a criança entra em contato com a sexualidade do adulto e isso provoca um choque. Ela não entende o que está acontecendo, mas percebe que algo errado está acontecendo. É como se a criança intuísse que está errado. Algumas crianças conseguem falar para o adulto “não quero que você faça isso!” mas elas não sabem que isso é um contato sexual, não entendem o que é sexualidade. Algumas crianças podem falar sobre sexo, mas é uma repetição do que o adulto falou ou escutou na TV. Elas mesmas não sabem de fato de que se trata porque não se desenvolveu para que seu cérebro consiga ter uma compreensão do que é sexo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando acontece o abuso o corpo da criança entra em contato com a sexualidade, a energia sexual é ativada no CORPO INFANTIL sem que ela tenha conhecimento do que é isso. Então ela começa a sentir excitação antes que as outras crianças. Isso pode se manifestar quando a criança começa a se tocar, a se masturbar antes dos 10 anos. A libido começa a circular pelo corpo da criança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa energia sexual no corpo de uma criança é vista pelo abusador como que a criança o excita. Então depois que a criança teve o primeiro conato com a sexualidade, estimulada por um adulto, ela começa a trazer essa energia sexual no corpo, sem ter consciência. Essa energia sexual no corpo faz com que o adulto tenha interesse sexual na criança e volte a acontecer o abuso. A cada vez que a criança é abusada, novamente a sexualidade é ativada no corpo da criança. Quanto mais molestada a criança, mais ela vai ter ativada a energia sexual no corpo, mais ela vai a atrair abusadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar neste ponto que se os familiares ou outros adultos perceberem que uma criança tendo essa energia sexual, investiguem se essa criança está sendo abusada. Outro parâmetro a ser tido em conta é quando a criança tem falas de sexualidade antes dos 7 anos; isso também pode ser um indicador que pode estar acontecendo um abuso sexual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O contato sexual com adulto faz com que essa criança quando crescer desenvolva uma repulsa pela sexualidade, sinta nojo desse contato sexual prematuro e pelo seu corpo sexual. Quando adulta não aceita a energia sexual dentro dela, por causa do nojo do que aconteceu na infância e por medo de ser abusada ou forçada novamente. Então ela não quer ter essa sexualidade no corpo. Desta forma </span><b><i>a sexualidade fica fora da consciência, mas não fora do corpo</i></b><span style="font-weight: 400;">. Fora da consciência é evitar lembrar das cenas do abuso e do que sentiu na ocasião. É não querer lembrar do nojo que sentiu. Fora da consciência não quer dizer fora de si mesma. É como se a energia sexual ficasse numa região envolta dela. Ela não quer o sexo, mas ele fica envolta da pessoa e continua atraindo a atenção dos abusadores. </span><b><i>A rejeição da própria sexualidade provoca um reforço na situação de atrair o abusador.</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então a pessoa começa a acreditar que a culpa é dela, que tem alguma coisa errada com ela que atrai esse tipo de situações. Assim rejeita ainda mais a própria sexualidade. Isso faz com que tenha dificuldade em ter um prazer sexual completo. Algumas pessoas não têm prazer sexual nenhum. Outras tem um comportamento de ter muitas relações sexuais, ou se masturbar compulsivamente, porque em cada ato sexual não libera totalmente a energia sexual e acaba ficando insatisfeita. Essa falta de liberação da energia sexual é por conta da rejeição da própria sexualidade. Muitas vezes essa rejeição aconteceu na infância e na vida adulta fica inconsciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa rejeição da sexualidade traz dois comportamentos possíveis:</span></p>
<ol>
<li><b>Evitação</b><span style="font-weight: 400;">: a mulher evita o contato sexual. Quando casada isso traz graves problemas de relacionamento. O homem se sente não amado pela mulher que o evita. Tem paranoias que está sendo traído (“se a mulher não tem relações sexuais com ele, deve ter com outro”). Isso dá muitas brigas e até agressões.</span></li>
<li><b>Compulsão por sexo</b><span style="font-weight: 400;">. Porque não se sacia sexualmente. Pode até ter orgasmo, mesmo assim continua com vontade. Isso se deve porque não tem prazer pleno.</span></li>
</ol>
<h2><b>Tratamento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Desenvolvi uma técnica específica para o caso de abuso sexual que pode se livrar desse trauma e suas sequelas em muitas poucas sessões. Entre em contato pelo Whatsapp (48) 984067686 e agende seu atendimento.</span></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/o-que-e-abuso-sexual/">O que é abuso sexual?</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é homossexualidade e transexualidade?</title>
		<link>https://psicologoalejandro.com.br/o-que-e-homossexualidade-e-transexualidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 16:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sexualidade é determinada pelo corpo. Com isso quero dizer que o corpo determina por quem vou sentir atração sexual. Se o corpo se excita sexualmente com um corpo de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A sexualidade é determinada pelo corpo. Com isso quero dizer que o corpo determina por quem vou sentir atração sexual. Se o corpo se excita sexualmente com um corpo de diferente gênero se trata de heterossexualidade. Se é atraído por um corpo do mesmo gênero, se trata de homossexualidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso é difícil de determinar durante a adolescência (12 aos 20 anos aproximadamente). Ter uma percepção clara do que o meu corpo está me mostrando, saber o que excita meu corpo, se é um homem ou uma mulher não tarefa fácil para um adolescente que está formando sua personalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando aparece essa confusão geralmente as pessoas tentam dissipar a dúvida usando a mente, pensando a respeito, buscando ideias com amigos, internet ou profissionais. Ideias é uma função do pensar. Sentir no corpo o que me desperta desejo sexual é uma função de percepção: perceber o que estou sentindo</span><b><i>. O que pensar pode ser diferente do que sinto.</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando penso a sexualidade a partir de uma confusão no que sinto, isso gera uma confusão mental. Agora além de estar confuso no que sinto, também estou confuso no que penso a respeito da minha sexualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que se pensa sobre a sexualidade, sem ter em conta como se sente, está construído sobre conceitos e pré-conceitos. Pré-conceitos são ideias construídas a partir da mente e não da experiencia do que se sente. Conceitos construídos a partir da experiencia pessoal são mais verdadeiros. Mesmo assim estes conceitos podem estar contaminados por traumas e situações da infância e conceitos familiares que dão um sentido pré-determinado as experiencias pessoais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso queremos mostrar que é praticamente impossível determinar a sexualidade partindo de ideias, conceitos e outras produções da mente racional. A mente entra em conflito com o que se sente e refreia ou distorce as sensações para adaptá-lo a uma ideia que seja socialmente aceitável. </span></p>
<p><b>O que permeia a sexualidade é sempre um </b><b><i>conflito de aceitação. Aceitar na mente a sexualidade que é sentida pelo corpo. A experiencia sexual é uma experiencia do sentir. Nunca do pensar! </i></b><b>Quando a mente interfere na experiencia sexual o sentir fica diminuído. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se quiser saber qual é a sua sexualidade deve se aguçar o sentir, aumentar a percepção do que sinto no contato sexual com outros corpos. Perceber com que tipo de corpo sinto atração e prazer. E também com que tipo de corpos sinto nojo ou repulsa. E </span><b><i>aceitar na mente o que o corpo está me mostrando através dos impulsos sexuais. </i></b><span style="font-weight: 400;">A partir dessa aceitação do meu corpo e o que ele sente é que posso gerar ideias a respeito da minha sexualidade.</span></p>
<p><b><i>A não aceitação do corpo e do que ele sente leva a distúrbios mentais pois se cria um conflito entre corpo e mente, entre o que sinto e o que penso de mim mesmo.</i></b></p>
<h3><b>Transexualidade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O caso da transexualidade é quando a pessoa não aceita seu corpo e quer mudá-lo. Aqui podemos fazer algumas distinções. Há transsexuais que sentem atração sexual homo e outros que sentem atração hétero a respeito do corpo original, o qual ele tem de nascimento. Mas há um “sentir”, no sentido de sentimentos e um jeito de pensar, que se refere a um corpo de gênero diferente do que nasceu. Por exemplo, </span><i><span style="font-weight: 400;">um corpo de mulher, porem gosta de pensar e de sentir como se fosse um homem</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ou vice-versa um corpo de homem que gosta de sentir e pensar como mulher. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então nos transsexuais temos </span><i><span style="font-weight: 400;">um corpo de nascimento masculino, por exemplo, que sente atração por mulheres (corpo tem um sentir heterossexual) mas que pensa e tem sentimentos de mulher. Também há os que tem corpo de nascimento masculino, sente atração por homens</span></i> <i><span style="font-weight: 400;">(corpo sente atração homossexual) e pensa e tem sentimentos de mulher. </span></i><span style="font-weight: 400;">Isso também é válido para corpos femininos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo isso gera uma grande confusão mental e vários tipos de conflitos gerando muita falta de aceitação, seja do corpo, da mente ou dos sentimentos. Essa confusão leva a diferentes tipos de transtorno de personalidade e em muitos casos a pensamentos e atitudes suicidas</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><b>Como evitar conflitos na personalidade?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em todos os casos, hétero, homo e trans, devemos buscar a ACEITAÇÃO do que o corpo sente em primeiríssimo lugar. </span><b><i>Como me penso</i></b><span style="font-weight: 400;"> sexualmente e a forma como </span><b><i>meus sentimentos são sentidos</i></b><span style="font-weight: 400;"> (femininos ou masculinos) tem que </span><b><i>se adequar ao sentir do corpo</i></b><span style="font-weight: 400;">. Pois toda discordância leva a conflitos mentais que podem se agravar dependendo da dificuldade dessa ACEITAÇÃO chegando à depressão, desistência da vida e suicídio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo para quem não ACEITA que seu corpo sinta atração homossexual. Sua mente está discordando que seu corpo sinta desejo homossexual e então se instala o conflito mente-corpo gerando os mesmos transtornos de personalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se seu corpo é masculino e sente atração homossexual, se tens sentimentos femininos, se gosta de pensar de forma feminina, ACEITE-SE, </span><b><i>não há necessidade de mudar nada</i></b><span style="font-weight: 400;">. O mesmo, se seu corpo é feminino e sente atração homossexual, se tens sentimentos masculinos, se gosta de pensar de forma masculina, aceite-se</span><b><i>. </i></b></p>
<p><b><i>Não invente uma identidade a partir desses gostos e interesses</i></b><b>. Seja você mesmo sem inventar um estereótipo, pois esse estereótipo é quem traz os conflitos, confusões, despersonalização, depressão e outros sintomas. </b><b><i>A falta de aceitação de seu natural, a criação de estereótipos de personalidades irá a profundar esses transtornos.</i></b></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/o-que-e-homossexualidade-e-transexualidade/">O que é homossexualidade e transexualidade?</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Falta de interesse sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 16:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando um dos parceiros tem menos necessidade de contato sexual que o outro  Aquele que tem mais necessidade se sente não desejado e gera baixa estima. O que tem menos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><b>Quando um dos parceiros tem menos necessidade de contato sexual que o outro</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;"> Aquele que tem mais necessidade se sente não desejado e gera baixa estima. O que tem menos interesse sexual se sente pressionado e submetido ao excesso de relações e acaba perdendo interesse mais ainda. Neste caso aquele que não está sendo acolhido sexualmente nas suas necessidades pode ficar com raiva de não ser desejado, agredir verbalmente o outro, começa a ter paranoias de que está sendo traído e que por conta disso o outro não o deseja. Isso cria uma obsessão maior em ter sexualmente o parceiro que evita o sexo. Em alguns casos aquele que se sente rejeitado pode arrumar amantes e deixar que o parceiro saiba como forma de despertar ciúmes e ver se isso aproxima o parceiro que o está rejeitando. Outro fato é que quem se sente rejeitado comece a beber álcool ou alguma droga como forma de amortecer a dor da rejeição. No geral, nestas relações, há muitas discussões, acusações e agressões.</span></p>
<h3><b>Existe diferença entre o desejo sexual da mulher e o do homem?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem algumas pessoas que afirmam que o desejo sexual da mulher é menor que o do homem. Em realidade, isso não é verdade. Há casais em que a mulher tem mais desejo que o homem.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Homens e mulheres tem o mesmo desejo ou apetite sexual.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os diferentes casais existem variações. Têm casais que mantém mais relações sexuais semanais que outros. O importante é que os parceiros tenham o mesmo interesse de frequência sexual semanal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faz parte do namoro, fase em que os parceiros estão se conhecendo, que se verifique se combinam nas preferências sexuais, pois os casamentos em que há insatisfação sexual de um dos parceiros passam por vários tipos de conflitos.</span></p>
<p><b>Em geral as pessoas têm o mesmo interesse sexual, em média 2 ou 3 relações por semana, supondo que os parceiros se gostem, se desejem e se amem um ao outro.</b></p>
<p><b>A admiração surge de tudo o que o outro representa nas trocas afetivas, intelectuais e intimidade.</b><span style="font-weight: 400;"> Esclareço isso pois hoje em dia é muito comum relações de casal baseadas na troca de interesses pessoais, um dá conforto e segurança e o outro dá beleza e bom trato, ou outros tipos interesses a serem trocados. Nesse caso o ritmo sexual decai bastante, para 1 ou 2 relações sexuais ao mês, as vezes menos, pois a relação é baseada na troca de interesses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando os parceiros se gostam e o ritmo é menor de 2 relações sexuais por semana pode haver problemas na libido de um deles ou de ambos. Por vezes essa diminuição se dá pela baixa hormonal comum em torno dos 40, 50 ou 60 anos, dependendo do organismo. Quando não é o caso da idade pode haver </span><b>bloqueios da energia sexual ou libido provocados por problemas emocionais ou crenças negativas a respeito do sexo.</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Excesso ou falta de desejo é produto do mesmo problema: insatisfação sexual provocada por bloqueio e distorção da sexualidade. Esse bloqueio é consequência de um trauma sexual e/ou crença negativa associada ao sexo.</span></i></p>
<h4><b>Bloqueios emocionais temporários:</b><b> </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O estresse da vida cotidiana pode provocar uma diminuição temporal do interesse sexual. Quando a situação estressante passa, a pessoa volta a ter desejo sexual como antes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se envolver com uma terceira pessoa diminui o interesse sexual no parceiro. Nesse caso a libido é direcionada para o novo parceiro e o ciúme do parceiro “oficial” é justificado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma outra situação que faz diminuir a frequência pode ser a chegada de um filho. Tem casais que diminuem os dois, mas tem outros que só um perde um pouco de interesse sexual enquanto a criança é bebê. Nesse caso o parceiro que fica com o desejo sexual insatisfeito acaba se sentindo rejeitado, gerando discussões, traições, uso de drogas, dentre outras. Diminuir a frequência sexual por causa de um filho também pode envolver um bloqueio da libido por conta de algum trauma de infância. Quando o filho cresce o bloqueio fica inativo até que a chegada de outro filho o faça entrar em contato novamente com seu trauma.</span></p>
<h4><b>Bloqueios emocionais duradouros:</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Nestes casos, um trauma de infância ou adolescência provoca um bloqueio contínuo da libido. Geralmente estes traumas vem acompanhados com uma compreensão distorcida da sexualidade chamada de crença negativa. </span><b><i>Os bloqueios emocionais deste tipo podem diminuir o interesse sexual ou aumentá-lo.</i></b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma pessoa que foi molestada sexualmente na infância pode ter repulsa pela sexualidade ou pode ter compulsão sexual. </span><i><span style="font-weight: 400;">O mesmo trauma pode provocar os dois extremos da sexualidade: não querer ou querer toda hora.</span></i><span style="font-weight: 400;"> Este tipo de bloqueio faz com a pessoa nunca encontre o parceiro adequado, pois o sexo sempre ativa seu trauma provocando insatisfação por falta ou por excesso. </span></p>
<p><b>Crenças negativas</b><span style="font-weight: 400;"> sobre a sexualidade podem ser criadas por um trauma, mas também podem ser passadas pelos pais do tipo: “</span><i><span style="font-weight: 400;">sexo é sujo”, “se você transar vai ser uma puta”</span></i><span style="font-weight: 400;"> e outros. Se o filho tem muito amor por esse pai ou por essa mãe que passou esses conceitos, vai aceitar o que os pais pensam a respeito do sexo sem duvidar se isso é verdade ou não. Ou pode, por raiva dessa crença, fazer exatamente aquilo que foi dito pelos pais como uma forma de se livrar dessa crença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma mãe ou um pai que reprime sua sexualidade pode fazer que, inconscientemente, sua energia sexual seja transferida para o filho/a, isto é, se um dos pais rejeita sua sexualidade, o filho/a se torna extremamente sexual com poucos anos de idade (3 ou 4 anos em diante) o que não é normal para essa criança, pois a sexualidade desperta por volta dos 10 a 12 anos. Essas crianças que carregam a sexualidade reprimida do pai ou da mãe, serão adultos com excesso de desejo sexual, criando um problema para si nas suas relações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A repressão dos pais com a sexualidade dos filhos, principalmente com as meninas, pode criar dificuldades em ter prazer por não ter coragem de conhecer a própria sexualidade. As crianças, por volta dos 10 anos em diante, começam a ter curiosidade sexual e se tocar para ter prazer. Mas muitos pais reprimem essa curiosidade e a masturbação dos seus filhos/as, impedindo desta forma o desenvolvimento normal da sexualidade. Conhecer o próprio corpo e se masturbar é um exercício que faz desenvolver a capacidade de ter orgasmo nas relações com parceiros quando chegar o tempo de tê-las. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por último vou citar os </span><i><span style="font-weight: 400;">vínculos exageradamente próximos com a mãe ou com o pai depois dos 15 anos</span></i><span style="font-weight: 400;"> pode criar uma insatisfação sexual. Vínculos fortes com os pais não são necessariamente vínculos de amor extremo, neste caso também é considerado vínculos de ódio intenso. Nestes casos o adolescente, o jovem e depois o adulto, não se abre para o vínculo com outros parceiros e ficam atrelados ao vínculo familiar, infantilizados emocionalmente. Isso impede que um vínculo estável aconteça com parceiros, podendo assim evitar o sexo ou apenas usar sexualmente os parceiros para satisfação sexual imediata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem outros tipos de bloqueios não tão frequentes, mas neste texto me limitei a delinear o que aparece com mais frequência no consultório de psicologia. </span></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/falta-de-interesse-sexual/">Falta de interesse sexual</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Qual é a função da mãe e a do pai na vida de um filho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos de casal e Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mãe é o primeiro vínculo que estabelecemos e isso já acontece dentro do útero dela. Trata-se de um vínculo “visceral”. A mãe, como o filho, se sente como uma</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A mãe é o primeiro vínculo que estabelecemos e isso já acontece dentro do útero dela. Trata-se de um vínculo “visceral”. A mãe, como o filho, se sente como uma extensão corporal um do outro. Todas as funções corporais do bebê </span><b>dependem</b><span style="font-weight: 400;"> totalmente da mãe: comer, dormir, tomar banho, etc. A criança só sente mal-estar, mas não discrimina do que se trata. É a mãe que traduz para o filho se esse mal-estar é de fome, de sono ou de alguma doença. O filho/a aprende com a mãe a conhecer seu próprio corpo e vê-lo separado do da mãe. Mas </span><b>a tendência da função “mãe” é FAZER tudo pelo filho/a</b><span style="font-weight: 400;"> e</span> <span style="font-weight: 400;">desta forma os filhos criam uma </span><b>dependência do fazer da mãe: </b><b><i>“mãe!&#8230; faz tal coisa para mim?”</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tal dependência do fazer da mãe mantem os filhos dentro da infância emocional (de 0 a 9 anos). Assim vemos filhos adolescentes com comportamento infantis, ou seja, </span><b>a maturação foi impedida pelo FAZER DA MÂE.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui não se trata que a culpa de tudo seja da mãe, se não que, </span><b>estender além dos 12 ou 13 anos a FUNÇAO MATERNA (fazer pelos filhos) produz uma falta de maturidade</b><span style="font-weight: 400;">. É natural que a mãe ao ver os filhos passarem trabalho com as demandas da vida adolescente e adulta queira ajudar </span><b>FAZENDO por eles o que os filhos deveriam fazer por si mesmos.</b><span style="font-weight: 400;"> Para a mãe é um ato de amor. Mas é um amor que impede de crescer!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao passo que </span><b>o pai</b><span style="font-weight: 400;"> não é muito voluntarioso em fazer as coisas pelo filho/a e </span><b>tem uma tendência a deixar de fazer coisas para eles</b><span style="font-weight: 400;">, de comparecer na escola, de “ajudar” com os deveres, de levar no médico, de dar comida para o cachorro do filho, etc. Essa </span><b>atitude é vista como egoísmo do pai</b><span style="font-weight: 400;">.  </span><b><i>“O pai não se preocupa com minhas coisas, só quer saber das coisas dele”, “sempre que preciso dele, ele não tem tempo”, “ele não conversa comigo das minhas coisas, dá pouca importância”</i></b><span style="font-weight: 400;"> e outras reclamações nesse estilo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui vemos duas atitudes diametralmente diferentes entre mãe e pai. E não se trata de que um deles esteja errado. Cada atitude, tanto da maternidade como da paternidade são estritamente necessárias em fases diferentes do crescimento. São funções instintivas. O ser humano mulher e homem já nascem com esse instinto natural. É o instinto que </span><b>os filhos precisam de cada um dos pais em diferentes idades.</b><span style="font-weight: 400;"> A criança pequena não sabe fazer nada pelo próprio cuidado então a mãe cuida dele. O adolescente já sabe cuidar de seu corpo, sabe se conduzir até a escola, sabe falar para pedir o que deseja, etc. Não precisa mais da mãe intermediando essas funções. </span><b>Na adolescência os filhos têm que APRENDER A SE VIRAR SOZINHOS perante os desafios da vida. Quem ensina a fazer isso é o pai</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pai não tem vontade de fazer pelos filhos, mas tem vontade para </span><b>ensinar como fazerem sozinhos. O próprio instinto do pai de não ajudar obriga os filhos a resolverem seus problemas</b><span style="font-weight: 400;">. O instinto da mãe de resolver os problemas dos filhos os torna: infantis, raivosos, irritáveis, dependentes, incapazes, envergonhados e sem coragem de falar para resolver seus problemas, medrosos perante o menor desafio da vida, não tem claro o que querem e precisam da ajuda da mãe para escolher, sem muito direcionamento na vida, dentre outras.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Os homens têm posturas mais direcionadas, focadas e com iniciativa (caraterísticas masculina), ao passo que mulheres têm uma visão mais contextualizada, abrangente, sem foco específico e mais receptivas (caraterísticas feminina). Ambos, homens e mulheres, possuem os dois tipos de características, masculinas e femininas, só que de acordo com o gênero é mais preponderante uma característica que a outra. Desta forma a mãe passa para o/a filho/a as características femininas e o pai as masculinas. Cada tipo de característica nos são uteis em situações diferentes da vida; algumas demandam uma atitude mais masculina, como as situações de trabalho, por exemplo, outras uma atitude mais feminina como situações de relacionamento afetivo. Ficar em falta de uma delas significa andar capenga pela vida.</span></i></p>
<h3><b>Quando os pais estão separados. Você não precisa de seu pai? Ou precisa?</b></h3>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Como o pai e a mãe competem pela afeição do filho/a, não se pode ter uma imagem fiel do pai através dos olhos da mãe. Algumas mães procuram mostrar para o filho queas relações no mundo estão permeadas pelos sentimentos que são uma extensão da relação mãe-filho/a, ao passo que o pai representa o que é racional, rígido, voltado pro dinheiro e até brutal. “Seu pai sempre vai ser assim! Não tem jeito!”. Por tanto o filho cresce com uma imagem distorcida</span></i> <i><span style="font-weight: 400;"> do pai, não necessariamente provada pelos atos ou palavras dele, mas baseada na observação que a mãe faz dessas palavras e atos.” </span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">(Robert Bly “Joao de Ferro – Um livro sobre os homens”)</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mãe é quem estabelece para o filho a primeira conexão com os sentimentos: “você está triste, meu filho?” então o filho/a aprende que tal sensação é tristeza. Desta forma a mãe vai ensinando o que é raiva, medo, alegria, etc. ao descrever para o filho o que ele está sentindo. Dessa forma o/a filho/a aprende uma visão feminina do que são sentimentos que ao mesmo tempo encerra uma visão negativa do pai: aquele que não tem sentimentos, que não tem compaixão, “teu pai não entende dessas coisas”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma o filho/a aprende e adota uma visão feminina sobre o pai e o que é a masculinidade. Ao passo que se afasta do pai, pois ele simboliza algo que é amedrontador e não desejável para o filho. </span><b>O pai simboliza as dificuldades ao passo que a mãe as facilidades (ela facilita a vida). Se</b><span style="font-weight: 400;"> </span><b>o filho vai para a vida com esta postura, ele acredita que tem direito ao que deseja, que “alguém” tem que lhe fornecer o que deseja (como a mãe o fazia);</b><span style="font-weight: 400;"> pensa que a vida é injusta com ele; e em consequência lhe falta atitude (qualidade masculina) perante a vida para conseguir o que quer dela, espera que a vida lhe dê e não se torna um produtor e um fornecedor, ele/a é apenas um consumidor do que “alguém” tem que lhe dar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando os pais estão brigados esta situação se agrava, pois os filhos geralmente </span><b>escutam as desvalorizações do pai e das qualidades masculinas como sendo algo não desejável.</b><span style="font-weight: 400;"> Então geralmente os filhos adotam uma </span><i><span style="font-weight: 400;">postura </span></i><b><i>“eu nunca vou ser como meu pai”</i></b><span style="font-weight: 400;">. Esta postura os impede de absorver na personalidade as características do pai que lhe serviriam para lidar de forma mais assertiva na vida. Dessa forma </span><b>os filhos começam a se sentir impotentes</b><span style="font-weight: 400;"> perante diferentes situações de vida. </span><b>Falta-lhes decisão e atitude. Tornam-se fracos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas ainda escutaremos algumas mães dizerem: </span><i><span style="font-weight: 400;">“melhor que não absorvam nada do pai, pois o pai é um fracassado, nunca ajudou em nada, ele sempre viveu para ele mesmo”</span></i><span style="font-weight: 400;">. Como dizemos antes essa é uma visão feminina do pai e do masculino. O pai não deve ajudar o filho da mesma forma como a mãe o faz. </span><b>O pai que ajuda é aquele que ensina o filho/a a achar as próprias soluções para suas necessidades ou dificuldades na vida</b><span style="font-weight: 400;">. Pai é aquele que ensina a pescar, mas nunca dá o peixe. E o jeito que o pai ensina não é como a mãe o faria!! O que a mãe chama de atitude egoísta ensina o filho/a a ser autônomo, autossuficiente, independente</span><b>.</b><span style="font-weight: 400;"> Essa autonomia o ajuda a sair da dependência da mãe e o torna adulto. Mas sabemos que muitas mães não querem, consciente ou inconscientemente, que o filho se torne independente dela, e dizem: “teu pai não te ajuda em nada, eu vou fazer isso no lugar dele”. Desta forma o prendem na “saia da mãe” tirando-lhes a independência que poderiam conquistar ao resolver seus próprios problemas de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como o pai se relaciona com o filho/a pode parecer aos olhos da mãe rude, sem compaixão, sem sentimentos, racional demais, focado no dinheiro ou na conquista de um objetivo deixando algumas coisas não prioritárias de lado. Mas é esse jeito que propicia ao filho/a a lidar de forma mais assertiva com sua vida, suas decisões, vencer obstáculos com suas forças e habilidades, a ter firmeza e responsabilidade. Assumir os próprios erros e acertos e se levantar sozinho quando cair na vida. O pai faz tudo isso com amor, amor de homem, amor masculino. </span><b>O pai olha pros seus filhos, mas não intervém, apoia, mas não faz por eles. Cuida e protege quando é necessário</b><span style="font-weight: 400;">. E faz tudo isso com amor. O amor está no ato em si, pois ensinar como a vida funciona fora de casa é trabalhoso e não tem compensação própria, a não ser o orgulho de ver o filho conseguir conquistar seus objetivos de vida sozinho, sem precisar dos pais.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Quando uma mãe impede ou interfere neste trabalho do pai está condenando o/a filho/a a que a vida ensine de forma muito mais dura e sem compaixão com a frustração e o fracasso como adulto.</span></i> <i><span style="font-weight: 400;">O mundo fora da casa da mãe se parece muito mais com o jeito do pai!</span></i></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/qual-e-a-funcao-da-mae-e-a-do-pai-na-vida-de-um-filho/">Qual é a função da mãe e a do pai na vida de um filho?</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Brigas de casal</title>
		<link>https://psicologoalejandro.com.br/brigas-de-casal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos de casal e Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As qualidades masculinas e femininas se manifestam tanto em homens como em mulheres, isto é, todos nós carregamos qualidades femininas e masculinas conosco. As qualidades naturais do feminino e masculino</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As qualidades masculinas e femininas se manifestam tanto em homens como em mulheres, isto é, todos nós carregamos qualidades femininas e masculinas conosco. As qualidades naturais do feminino e masculino podem se distorcer quando aparece o </span><b>MEDO</b><span style="font-weight: 400;">. Esse medo gera </span><b>ÓDIO</b><span style="font-weight: 400;"> como defesa e isso faz distorcer as qualidades originais. Vemos na tabela abaixo algumas qualidades e distorções do masculino e feminino:</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<h5><b>Feminino</b></h5>
</td>
<td>
<h5><b>Distorção do Feminino</b></h5>
</td>
<td>
<h5><b>Masculino</b></h5>
</td>
<td>
<h5><b>Distorção do Masculino</b></h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td><b>Receptividade</b></td>
<td><b>Submissão</b></td>
<td><b>Ação</b></td>
<td><b>Agressividade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Aceitação</b></td>
<td><b>Dependência</b></td>
<td><b> Realização</b></td>
<td><b>Falsa autossuficiência</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Expansão</b></td>
<td><b> Masoquismo</b></td>
<td><b>Prover</b></td>
<td><b>Sadismo</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Pacificar</b></td>
<td><b> Vitimismo</b></td>
<td><b>Proteção</b></td>
<td><b>Lutar</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Paciência e Tolerância</b></td>
<td><b>Permissividade</b></td>
<td><b> Limites</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Holismo (ver o todo e não apenas as partes)</b></td>
<td><b>Falta de praticidade</b></td>
<td><b> Foco, Concentração, Disciplina</b></td>
<td><b>Falta de contexto, visão do todo</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Intuição</b></td>
<td></td>
<td><b>Lógica matemática, raciocínio</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b> Sentimentos e emoções</b></td>
<td><b>Sentimentalismo</b></td>
<td><b>Razão</b></td>
<td><b>Frialdade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Seletividade de parceiro</b></td>
<td></td>
<td></td>
<td><b>Promiscuidade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Compaixão</b></td>
<td></td>
<td></td>
<td><b>Impiedade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Beleza</b></td>
<td><b>Sedução</b></td>
<td><b>Liderança</b></td>
<td><b>Intimidação, Abuso de poder, Prepotência</b></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><b>Rejeição do feminino, visto como submissão</b></td>
<td></td>
<td><b>Diminuição do feminino</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Sensibilidade</b></td>
<td><b>Susceptibilidade</b></td>
<td></td>
<td><b>Falta de sensibilidade, Rudeza</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Delicadeza, Gentileza</b></td>
<td></td>
<td></td>
<td><b>Bruto, Sem polimento</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Acolher</b></td>
<td><b>Identificação com o sofrimento sem dar uma saída (sofrer junto)</b></td>
<td><b>Direcionamento, Planejamento</b></td>
<td><b>Julgar, Criticar sem dar uma saída</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Integrar</b></td>
<td></td>
<td><b>Analisar</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Compreensão</b></td>
<td></td>
<td><b>Sabedoria (saber como funcionam as coisas)</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Expansão</b></td>
<td><b>Desordem</b></td>
<td><b>Direção, Ordem</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Brandura</b></td>
<td></td>
<td><b>Firmeza</b></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Cooperação, União</b></td>
<td><b>Submissão</b></td>
<td><b>Comando</b></td>
<td><b>Individualismo, Egoísmo</b></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td><b>Depressão</b></td>
<td></td>
<td><b>Ansiedade</b></td>
</tr>
<tr>
<td><b>Capacidade de se relacionar</b></td>
<td><b>Carência</b></td>
<td><b>Autoconfiança</b></td>
<td><b>Insegurança, Falta de auto confiança</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambas distorções são formas de violência. O intimidador é dependente do intimidado e vice-versa. Quando há paz o feminino distorcido e o masculino distorcido fazem alguma coisa para trazer à tona o ódio. Ambos remoem mágoas para gerar sofrimento e tristeza em si mesmo (masoquismo) ou para descarregar o ódio da mágoa no outro (sadismo). </span><b>Ambos se alimentam da humilhação. O masoquista do próprio sofrimento e o sádico do sofrimento do outro.</b></p>
<h3>Brigas de casal (dinâmica sadomasoquista)</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um determinado lar os filhos veem o pai agredir a mãe; o pai usando seu masculino distorcido (sadismo) e a mãe submetendo-se aos maus tratos (masoquismo). Os filhos não entendem a </span><b>dinâmica sadomasoquista</b><span style="font-weight: 400;"> do casal. Na sua visão infantil acreditam que a mãe está sendo vítima e precisa da proteção dos filhos contra o pai. Essa aliança com a mãe e a rejeição do pai provoca </span><b>raiva do pai agressor e raiva da mãe submissa que não se defende</b><span style="font-weight: 400;">. Os filhos não entendem essa lógica sadomasoquista em que um é dependente do ódio do outro para poder continuar a briga, as vinganças sem fim, e assim se impor um ao outro.</span></p>
<p><b>Um homem que reprime seu masculino</b><span style="font-weight: 400;"> porque o pai tem atitudes sádicas, quando fica alterado pela raiva, age como esse pai. Esse homem, quando está calmo e a consciência está no comando da sua mente, tem uma postura mais feminina, com as qualidades do feminino sadias (mais receptivo, amoroso, etc), mas também as distorcidas (se vitimiza, pouca iniciativa, carente, etc.). Ao mesmo tempo que tem uma postura distorcida do masculino (reações raivosas e agressivas, etc.) não consegue manifestar as qualidades sadias do masculino (autoconfiança, decisão, assertividade na vida, etc.).</span></p>
<p><b>Uma mulher que rejeita o masculino</b><span style="font-weight: 400;"> usa de seu masculino distorcido (agressividade, falsa autossuficiência, competitividade, etc.) como forma de enfrentar o masculino distorcido. Desta forma ela não aceita seu feminino na sua consciência porque o acha frágil, submisso, sem força, etc. que é o feminino distorcido da sua mãe. Assim ela também rejeita o próprio feminino sadio que é receptividade, amorosidade, apaziguar, união e cooperação, etc.</span></p>
<p><b>O machismo é usar o masculino distorcido. O feminismo é usar o masculino distorcido para enfrentar o próprio masculino distorcido. Ou seja, não há lugar para o feminino sadio se manifestar.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um lar onde a </span><b>mãe é agressiva e o pai é submisso</b><span style="font-weight: 400;">, isto é, a mãe tem uma atitude masculina distorcida e não usa seu feminino sadio (amorosidade, compreensão, acolhimento, etc.) com seus filhos, estes buscam as qualidades femininas no pai e se posicionam contra a mãe. Ou seja, valorizam as qualidades femininas sadias do pai, mas também não absorvem as qualidades masculinas sadias do pai (segurança, ação, direcionamento na vida, etc.) porque o pai não as manifesta. </span><b>Os filhos se sentem fracos perante a vida</b><span style="font-weight: 400;">, como o pai. Ao mesmo tempo rejeitam a mãe agressiva e exigente, desenvolvendo</span><b> um feminino distorcido</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b>dependência, carência, desproteção, isolamento, depressão, baixa-estima, etc.)</b></p>
<p><b>As distorções surgem em nós da falta de compreensão da relação entre os pais, e dos pais conosco</b><span style="font-weight: 400;">. Os pais nos iniciam nessas distorções na forma como como nos envolvem nas suas disputas de poder do casal. Os filhos, crianças ainda, não tem uma compreensão clara dos </span><b>jogos sadomasoquistas pelo poder</b><span style="font-weight: 400;"> que os pais têm. Muitas vezes os pais envolvem seus filhos nessas disputas exigindo que se alinhem de um ou de outro lado, geralmente se vitimizando. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra forma de desenvolver distorções nos filhos é a forma como os tratamos. Por vezes os pais agridem os filhos colocando-os numa posição de vítima constante pelos maus tratos gerando uma personalidade masoquista (feminino distorcido). Por vezes os pais se fazem de vítima obrigando os filhos a cuidarem deles desenvolvendo nos filhos uma atitude sádica (masculino distorcido). Isso faz com que os filhos agridam o pai ou a mãe que se faz de vítima para conseguir dos cuidados do filho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma se perpetua de geração para geração as distorções do masculino e do feminino e </span><b>do círculo vicioso do sadomasoquismo (prazer na agressão e em ser agredido).</b></p>
<p><b>Sadismo é uma distorção do masculino</b><span style="font-weight: 400;"> que tem como expressão o ódio dos outros e do “mundo injusto”. É uma expressão do </span><b>ódio para fora de si</b><span style="font-weight: 400;">. “A culpa de meu sofrimento é do outro, preciso me vingar, dar uma lição para que o outro aprenda a não me magoar.”  O sádico se acha sempre certo, “o correto”. É o acusador e o executor da sentença do outro. Haters (odiadores) na internet são um exemplo de sadismo, de colocar o ódio para fora de si. Uma intolerância extrema com o diferente para poder expurgar o ódio de dentro de si.</span></p>
<p><b>Masoquismo é uma distorção do feminino</b><span style="font-weight: 400;"> que tem como expressão o ódio contra si mesmo. É uma expressão do </span><b>ódio para dentro de si.</b><span style="font-weight: 400;"> “Eu não sou boa pessoa, mereço que me façam sofrer para eu pagar o mal que eu fiz. Preciso ser boa pessoa para os outros, mesmo que eles me agridam. Se me agridem é porque mereço. Sou culpada e mereço sofrer.” O masoquista se acha sempre errado, insuficiente, incapaz. Merece tudo de mal que acontece com ele. Autojulgamento e intolerância com os próprios erros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos falando da culpa de não ser amados, pelo menos é assim como interpretamos a vida. Na realidade nós </span><b>não nos sentimos amados como NÓS queríamos e colocamos a culpa disso nos outros, aqueles que não nos amaram (sadismo) ou em nós mesmos, achando que há algo errado conosco para não sermos amados (masoquismo).</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sadismo e o masoquismo se atraem mutuamente. Um quer culpar o outro pelo amor não recebido e o outro se culpa a si mesmo por não receber amor. O sádico quer agredir, colocar seu ódio para fora. O masoquista quer ser castigado pelos seus erros, quer receber esse ódio porque se odeia.</span></p>
<p><b>Machismo é o sadismo, é o ódio pelo outro, é a acusação do outro pelo mal que sofro, é a agressão do outro como vingança,</b><span style="font-weight: 400;"> para que o outro me respeite, para que o outro aprenda a me amar como eu sou; eu sou o correto. </span><b>Feminismo é sadismo também agindo num corpo feminino.</b><span style="font-weight: 400;"> Tem a mesma postura sádica de acusação, revanche, querer fazer o outro pagar pelo mal que sente. </span><b>O feminismo odeia a mulher masoquista. </b><span style="font-weight: 400;">O masoquismo é a distorção do feminino.</span><b> </b><span style="font-weight: 400;">A feminista se defende dessa distorção usando o masculino distorcido, o sadismo. </span><b>Reprimindo em si mesma o feminino sadio (Compaixão, Sensibilidade, Delicadeza, Gentileza, Receptividade, Tolerância, etc.).</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Homens e mulheres usam alternativamente de sadismo (machismo ou feminismo) e masoquismo porque não conseguem entender por que não se sentem amados (entendendo isto como o outro não me ama). Tentam encontrar culpados para isso, quando na realidade </span><b>não se sentir amado é uma interpretação pessoal</b><span style="font-weight: 400;">. </span><b>Através das distorções do masculino e feminino se defendem dessa crença de não serem amados.</b><span style="font-weight: 400;"> O ódio é usado para se defender da falta de amor. </span><b>Odeiam por não serem amados e se fazem odiar, perpetuando assim a crença de falta de amor.</b></p>
<p><b>O Medo de não ser amado e o Ódio como vingança de tal, geram as distorções do masculino e do feminino como mecanismos de defesa da falta de amor do outro, esquecendo-se de amar a si mesmos.</b></p>
<p><b></b><b>O ódio nas formas de sadismo, machismo, feminismo e masoquismo NÃO nos conduzirão ao AMOR, à união, ao respeito, etc. que são os verdadeiros valores femininos e masculinos do ser humano.</b></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/brigas-de-casal/">Brigas de casal</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Meu pai não gosta de mim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos de casal e Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como filhos, muitas vezes, encontramos dificuldades em nos aproximar de nosso pai. Quando falo de aproximação é no sentido afetivo em primeiro lugar e em segundo lugar de suas ideias</p>
<p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/meu-pai-nao-gosta-de-mim/">Meu pai não gosta de mim</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Como filhos, muitas vezes, encontramos dificuldades em nos aproximar de nosso pai. Quando falo de aproximação é no sentido afetivo em primeiro lugar e em segundo lugar de suas ideias sobre o mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo junto da mãe é muito diferente do mundo que o pai nos oferece. Para poder entender melhor isso vamos analisar </span><b>como é o mundo da mãe e o mundo do pai.</b></p>
<h3><b>Mundo da Mãe</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo afetivo que conhecemos é o da mãe. É ela que nos ensina sobre o que sentimos. Por exemplo, a criança chora, mas não sabe se esse choro é de tristeza, de raiva, de medo ou de alegria. A mãe percebe o choro e pergunta para a criança: “estás triste?” ou “estás com medo?”. Assim a criança aprende que aquele sentimento é tristeza ou medo. Em outras palavras é a mãe que dá nome para os sentimentos, o mundo da sensibilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro contato com o mundo se dá de dentro do corpo da mãe (na gravidez). Somos um só com a mãe. Aonde a mãe vai, vamos juntos. O que a mãe sente, sentimos juntos. Ao nascer nosso corpo se separa do corpo da mãe, mas nosso vínculo afetivo ainda continua sendo um só com a mãe. Quando a mãe está alegre nos sentimos alegres. Se a mãe está triste também ficamos tristes. A mãe, por sua vez, sente o filho como se fosse uma extensão de si mesma, como se fosse um braço ou uma perna dela; algo do que ela não pode se separar. Esse sentimento vem da gravidez quando essa criança fazia parte de do corpo da mãe. Desta forma se estabelece uma </span><b><i>relação simbiótica</i></b><span style="font-weight: 400;"> em que a mãe e o filho parecem funcionar juntos.</span><b> A mãe satisfaz todas as necessidades do filho e o filho se sente amparado em todas as situações</b><span style="font-weight: 400;">. Esse amor da mãe é um </span><b>AMOR INCONDICIONAL</b><span style="font-weight: 400;">, aconteça o que acontecer ela sempre estará presente nos apoiando. Mesmo que o filho esteja na cadeia por um crime hediondo a mãe o continuará amparando, ou seja, mesmo que estejamos equivocados a mãe nos acolhe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse estágio é necessário nos primeiros anos de nossa infância, mas na medida que vamos crescendo adquirimos independência da mãe. Alimentamo-nos sozinhos, nos vestimos, nos higienizamos, vamos à escola e estudamos sozinhos. Ao chegarmos </span><span style="font-weight: 400;">aos 12 anos</span><span style="font-weight: 400;"> aproximadamente, a dependência da mãe já diminuiu bastante, pois satisfazemos 80% das nossas necessidades sem a intervenção dela. Nessa idade começam a aparecer outras necessidades que a mãe já não pode suprir e quem tem a capacidade de suprir é o pai. Muitas vezes a mãe intercede perante o pai para que ele satisfaça o filho, mas </span><b>quem tem o que o filho precisa é o pai.</b></p>
<h3><b>Mundo do Pai</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O amor do pai não é como o da mãe, incondicional !!! </span><b>O pai nos coloca condições para nos suprir do que necessitamos.</b><span style="font-weight: 400;"> Ele coloca regras a serem cumpridas, caso contrário haverá uma consequência que não desejamos. Com a mãe é diferente, ela sempre dá um jeitinho de nos dar tudo sem cobrar nada. As mães têm muita dificuldade de negar algo para o filho. Elas sentem culpa quando negam algo para o filho. Mas o pai não. </span><b>O pai nega como forma educar o filho para o mundo. O mundo lá fora do lar é CONDICIONAL. Nos impõe condições para nos dar algo em troca.</b><span style="font-weight: 400;"> Numa empresa você tem que seguir a política e as normas caso contrário terá punições. E quem aceita as políticas e normas empresariais é premiado e consegue com isso atingir seus objetivos e satisfazer suas necessidades pessoais.</span></p>
<p><b>O amor do pai é um AMOR CONDICIONAL que nos prepara para o mundo.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas aos 12 anos quem quer desistir do amor incondicional da mãe que tudo dá sem cobrar nada e se aproximar do pai que nos exige responsabilidade de nossos atos??? É muito, mas muito mais cómodo ficar no mundo da mãe onde somos supridos fartamente sem fazer esforço. </span><b>Quem fica nesse mundo da mãe</b><span style="font-weight: 400;">,</span><b> </b><span style="font-weight: 400;">ao sair de casa vai querer que o mundo se comporte da mesma maneira e então não aceitará normas e regras no trabalho nem nas relações, sejam de casal ou qualquer outra. Eles apenas </span><b>querem que o mundo satisfaça suas necessidades a qualquer custo</b><span style="font-weight: 400;">. Temos aí um comportamento psicopático que não aceita os limites sociais. O discurso dessas pessoas é: </span><b>“o mundo é contra mim”</b><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> mas antes já devem ter falado: “meu pai é contra mim”, “meu pai não gosta de mim”</span> <span style="font-weight: 400;">e outros similares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na realidade quem não gosta é o filho que não aceita os limites que o pai lhe impõe como medida educativa. O filho não gosta dos limites que vem do pai e enxerga o pai como seu inimigo, alguém que vai contra suas vontades. Então o filho se refugia no amor da mãe que o acolhe e tenta satisfazer suas vontades porque a mãe não pode ver o filho sofrer. Sente culpa.</span></p>
<p><b>Para poder se aproximar do pai é necessário</b><span style="font-weight: 400;">, em primeiro lugar, se afastar do mundo afetivo da mãe. </span><b>Renunciar ao amor incondicional da mãe e se submeter ao amor condicional do pai</b><span style="font-weight: 400;"> que nos prepara para o mundo adulto. Aprender com o pai. Deixar todas as críticas que temos de nosso pai de lado e nos permitir sermos amados por esse pai que </span><b>por amor nos impõe regras e condições para que depois não soframos no mundo fora de nosso lar.</b><span style="font-weight: 400;"> Quão mais amoroso poderia ser o pai??!!!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As mães deveriam facilitar essa passagem acatando os limites que o pai impõe ao filho e se desvinculando das decisões diretas para com a vida do filho, fazendo com que todas as decisões passem pelo pai. As mães devem conversar em particular com o pai sobre o futuro dos filhos, mas sempre deixar que o pai seja quem se dirige ao filho (isso a partir dos 12 anos). Não alimentar as críticas contra o pai que acabam sendo justificativas para o filho se manter no mundo da mãe e não crescer, se mantendo assim infantilizado. Dessa forma </span><b>o</b><span style="font-weight: 400;"> </span><b>filho pode estabelecer uma relação de confiança com o pai, pois ele vê que a mãe confia nas decisões do pai.</b></p>
<p><b>A partir dos 12 anos o filho deve ter mais contato com o pai que com a mãe. Seu referencial para tomada de decisões deve ser sempre o pai.</b><span style="font-weight: 400;"> Embora o pai tenha em conta o pensamento da mãe na hora de dar conselhos, ele não sente a culpa que o desviaria da direção educativa que prepara o filho pro mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de </span><b>pais separados</b><span style="font-weight: 400;"> continua valendo a mesma coisa, após os 12 anos o filho deve passar mais tempo com o pai. E a partir dos</span><b> 16 anos deveria ir morar com pai</b><span style="font-weight: 400;"> para se tornar um adulto responsável. Caso contrário, </span><b>filhos criados pelas mães, se mantem infantilizados</b><span style="font-weight: 400;"> cheios de desejos que os outros devem satisfazer, sem força para conquistar seus objetivos de vida, pois tudo, para eles, vem da mãe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas pessoas se queixam dos </span><b>maus tratos</b><span style="font-weight: 400;"> do pai quando era adolescente. Também há os maus tratos da mãe. Em ambos os casos precisa ser analisado se esses &#8220;maus tratos&#8221; eram realmente tais ou fruto da interpretação de quem os estava recebendo. Todos, de uma forma ou outra, em algum momento de nossa adolescência, sofremos com o tratamento que o pai nos impunha e não tínhamos muita saída a não ser nos submeter a vontade do pai sem compreender muito o porquê daquilo. Quando crescemos chegando na fase adulta e por sua vez nos tornamos pais ou mães conseguimos alcançar o entendimento de tais forma de tratamento. Porém, para quem não alcançou essa compreensão aqui vai uma reflexão de Alfonso Milagro:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b><i>A ferida que preserva a vida</i></b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;No tempo da poda, pareceria como se a arvore derramasse lágrimas; o insensível podador corta seus galhos sem compaixão, despoja a arvore de seus braços e roça sua galhada sem piedade.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Por cada uma das feridas a árvore destila o sangue de sua queixa ou de seu protesto; é como se a alma da árvore se levantara em grito contra semelhante atropelo.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Porém, isso serviu para que essa alma se contraísse, se retraísse durante os longos dias do inverno e assim não fosse alcançada em seu âmago pelo frio que mata.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Logo veio a primavera e os brotos anunciaram que a árvore não só não tinha morrido, mas que havia recuperado nova vida, nova força, nova fecundidade em flores e frutos.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Na tua vida a dor desempenha o papel do podador; tu poderás tal vez te queixar com pessimismo; mas se tens fé poderás te servir de nova força na tua vida.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O inverno não é a morte, é a reconcentração da vida.</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Os mortos não são os que repousam em paz no seu tumulo. Mortos são os que têm a alma morta e ainda estão vivos.&#8221;</span></i></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/meu-pai-nao-gosta-de-mim/">Meu pai não gosta de mim</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Ansiedade</title>
		<link>https://psicologoalejandro.com.br/ansiedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terapia individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) Vou explicar algumas características desta personalidade que as pessoas com TAG apresentam e que fazem com que elas se mantenham num círculo vicioso de ansiedade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou explicar algumas </span><b><i>características desta personalidade</i></b><span style="font-weight: 400;"> que as pessoas com TAG apresentam e que fazem com que elas se mantenham num círculo vicioso de ansiedade crescente que impedem o tratamento efetivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ansiedade é MEDO. O medo ativa no corpo as glândulas endócrinas que produzem um aumento do CORTISOL. Esse mecanismo existe também nos animais e está a serviço da sobrevivência. O cortisol serve para que, em caso de perigo iminente, o animal ou a pessoa tenha uma reação de luta ou fuga. O cortisol deixa a pessoa em alerta constante aumentando a percepção como forma de evitar um ataque inesperado. Mas logo após passar o perigo o corpo elimina o CORTISOL, pois se ficar no corpo se torna uma substância venenosa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As pessoas com TAG tem medo o tempo todo e por conta desse medo mantem um alto nível de CORTISOL no corpo o dia todo. Isso faz com que esteja em alerta constante com alto nível de percepção do ambiente. Mas também gera pensamentos de perseguição, de que alguém está querendo os prejudicar de alguma maneira. Isso faz com que aumentem as defesas psíquicas tornando-se teimosos, desconfiados, orgulhosos, vaidosos, egoístas como uma forma de defender o que é SEU e estão a perigo de perder.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alto nível de CORTISOL constante no corpo é o que gera as sensações nas crises de PÂNICO: taquicardia, sudorese fria, formigamento, tremores e todos os outros sintomas que vocês podem ver em detalhe em artigos e vídeos sobre o assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro transtorno derivado da ansiedade é o </span><b>TOC Transtorno Obsessivo</b><span style="font-weight: 400;"> Compulsivo em que o paciente elabora rituais para evitar que coisas ruins lhe aconteçam. Fechar três vezes a fechadura de casa, manter tudo organizado e limpo como forma de evitar consequências ruins imaginárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas com TAG são extremamente racionais e tentam controlar a ansiedade através da mente, sendo que a ansiedade é um sentimento e não um pensamento. Por conta disso se tornam compulsivos em buscar respostas racionais na internet e outras fontes. </span><b><i>Pensar demais para controlar a ansiedade </i></b><span style="font-weight: 400;">não significa que o QI seja maior, apenas que pensam mais que os outros porque estão com medo. Ou como no caso do TOC tem ações compulsivas para controlar o ambiente no qual eles projetam uma possibilidade de perigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra característica das pessoas com TAG é que são </span><b><i>emocionalmente imaturas</i></b><span style="font-weight: 400;"> e por conta disso mais egoístas justamente pelo medo por trás da ansiedade. Dentro dessa imaturidade emocional está a característica de serem menos responsáveis com os compromissos. Exigem muita coisa para depois desistir de tudo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas com TAG raramente levam o tratamento psicológico até o fim. Buscam compulsivamente informações, mas não se tratam de verdade. O tratamento inclui entrar em contato com as causas da ansiedade, mas os pacientes, ao chegar nesse ponto do tratamento, abandonam, fogem de entrar em contato com aquilo que lhes causa medo e ansiedade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cura do TAG não está nas respostas que a mente ansiosa procura e sim em comprometer-se seriamente com o tratamento sem fugir dele. </span></p>
<h3><b>O que é o pânico?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O pânico está ligado ao medo da morte, medo de morrer. A morte é uma morte do corpo físico por isso as reações desse medo se manifestam no corpo: taquicardia, suor frio, suor nas mãos, tremor na musculatura, dentre outros. E essas sensações são interpretadas como a proximidade da morte. A pessoa fica com a atenção focada nas sensações corporais o que aumenta as sensações e o medo decorrente delas. O pânico é uma sensação iminente de morte, como se algo o tomasse de repente de forma imprevisível e incontrolável.</span></p>
<h3><b>Algumas causas possíveis:</b></h3>
<ol>
<li><b>Falta de relação com o pai ou relação fraca.</b><span style="font-weight: 400;">Não entende o pai e o rejeita. Isso gera medo da vida. Medo dos desafios da vida. Incapacidade de resolver as dificuldades que oferece a vida. Não dá conta. Falta de autoconfiança. Isso gera ansiedade constante, crises de ansiedade que podem chegar a pânico e até paralisia, não querer sair de casa, não ir para a rua (Fobia Social). A rua significa a vida fora do lar: o trabalho, a profissão. O pai é quem nos introduz na vida fora de casa. Ele nos ensina a lidar com as situações de trabalho e profissão. O pai é mais racional e menos emocional, nos trata com menos condescendência, com mais rudeza. A vida fora de casa é mais prática e tem que ser resolvida de forma prática. Quando colocamos emoção nos perdemos na solução e criamos conflitos para nós mesmos. Podemos ficar com raiva, magoados, com medo e desta forma não resolvemos os desafios. O pai é o racional, até parece frio, e isso faz com que alguns rejeitem essa relação e não se vinculem com o pai de forma de aprender a lidar os desafios da vida. Querem encarar os desafios como resolvem sua situação com a mãe, de forma afetiva. O pai pode ser rude, mas a vida é muito mais. A forma como o pai expressa seu amor é prepará-lo para a rudeza da vida, é uma forma de proteção ensinar os filhos a ser autossuficientes e assim autoconfiantes.<br />
</span></li>
<li><b></b><b>A mãe tem medo da vida e superprotege o filho</b><span style="font-weight: 400;">. Desta forma a mãe repassa seus medos ao filho. O filho evita o contato com a vida fora de casa, estudos, trabalho, amizades, academia etc. Está sempre ansioso e com crises cada vez mais agudas de medo. Fica dentro de casa, o único lugar seguro para ele. Desenvolve assim </span><b><i>Fobia Social</i></b><i><span style="font-weight: 400;">.
<p></span></i></li>
<li><b>Alguém próximo morreu e o paciente não consegue se desligar</b><span style="font-weight: 400;">, e desapegar do falecido, não aceita a morte. A pessoa fica “ruminando” a morte da pessoa querida e não se desliga do ente querido, ele permanece presente na sua mente, morto, mas presente.</span></li>
</ol>
<p><b><i>Caso:</i></b><span style="font-weight: 400;"> um pai 5 anos após da morte do filho apresentou sintomas de pânico. O filho pediu pro pai permissão para ir à pista de skate com os amigos de noite. A mãe não permitia o filho sair depois de certa hora, mas o pai permitiu. Foi quando o filho foi assassinado. O pai se sentia culpado por ter permitido sair de casa mais tarde, e a mãe reforçava essa culpa. Desta forma o pai não conseguia se livrar da culpa, entender que nada poderia fazer para mudar o destino já acontecido. A culpa mantinha o pensamento na morte do filho e após 5 anos começou a sentir no seu corpo sensações de morte, isto é, os sintomas de pânico.</span></p>
<ol start="4">
<li><b></b><b>Raiva de si mesmo</b><span style="font-weight: 400;">. Essa raiva por não se aceitar, se achar errado, se culpar, não se sentir merecedor de coisas boas e por conta disso se sabota, comete ações impulsivas e inconscientes contra si, más escolhas. Tem medo de si mesmo, da auto sabotagem, do mal que faz a si mesmo de forma inconsciente e não pode controlar. Não pode controlar a raiva de si que é inconsciente e aparece como autopunição, desmerecimento das coisas boas da vida. Isso dá a </span><b>sensação que a qualquer momento vai acontecer algo errado consigo</b><span style="font-weight: 400;">. Medo, pânico de seu inconsciente que o pune.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Interpreta as coisas “erradas” que acontecem consigo como punições da vida pelos “erros” que cometeu. Não se perdoa. É </span><b>orgulhoso</b><span style="font-weight: 400;"> demais e não aceita ter cometido “erros”, não se permite errar. Não vê os erros como aprendizado, como uma tentativa de acerto.</span></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/ansiedade/">Ansiedade</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Depressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terapia individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão é uma falta de interesse pela vida. É uma forma de morte, de se desconectar da vida. De nada fazer sentido. De tudo ser inputil.  Causas possíveis: Perdas:  A</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A depressão é uma falta de interesse pela vida. É uma forma de morte, de se desconectar da vida. De nada fazer sentido. De tudo ser inputil. </span></p>
<h2><b>Causas possíveis:</b></h2>
<ol>
<li><b> Perdas: </b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A depressão é parte de um </span><b>processo de luto</b><span style="font-weight: 400;">, de se desapegar das lembranças e da falta que a pessoa faz na vida presente do paciente. Podemos incluir dentro das perdas as separações. Ora é uma perda das pessoas queridas; ora é uma perda dos outros, que não nos pertence, mas carregamos; ora é uma perda de nós mesmos. Pode ser até uma perda de um trabalho ou de uma profissão.</span></p>
<ol start="2">
<li><b> Vínculo deficiente com a mãe: </b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A mãe não foi presente durante a infância do paciente. </span></p>
<ul>
<li><b>Mãe que abandonou </b><span style="font-weight: 400;">com parentes, mesmo que de tempos em tempos aparecesse, a criança se sente abandonada. Outras mães dão seus filhos em adoção, ou deixam num orfanato. Muitas crianças adotadas que não sabem deste fato sofrem do mesmo jeito de depressão. Há uma lembrança que está inconsciente da separação da mãe, e isso provoca um luto permanente que é a depressão. </span></li>
<li><b>Pessoas que estão brigadas com a mãe </b><span style="font-weight: 400;">e tentam romper o vínculo com ela, sejam quais forem os motivos, isso também provoca depressão.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A mãe é quem nos dá a vida, é a que nos traz ao mundo. Negar a mãe significa negar essa conexão com o mundo. E a falta de interesse pelas coisas do mundo é depressão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como nos vinculamos com a nossa mãe é a forma como nos conectamos com a vida.</span></p>
<ol start="3">
<li><b> Depressão sistêmica ou familiar: </b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Herdada ou passada de uma geração para outra da família.</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"> Um filho vê a mãe (ou o pai) com depressão e tenta tirá-la desse estado. Pela afeição que tem por ela coloca seus esforços de criança a serviço da depressão da mãe. Só que seus esforços não têm resultados. Tem dificuldades em deixar sua mãe com seu sofrimento e continuar sua vida e escolhe sofrer, junto com mãe, a depressão. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Nos casos em que irmãos foram abortados e não foi revelado para o outro filho, este último sofre o luto de forma inconsciente como uma depressão.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;"> Outra situação de depressão sistêmica se dá quando um antecessor (avós, bisavós, tataravós etc.) cometeu um ou vários assassinatos. Era comum, anos atrás brigas por terras, participar de guerras ou qualquer briga ser resolvida matando. Os descendentes “carregam essas mortes nas costas” na forma de depressão, luto pelos mortos que o ancestral matou e não “carregou” a responsabilidade pelas consequências.</span></li>
</ul>
<ol start="4">
<li><b> Depressão propriamente dita: </b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">É a depressão produzida pelo </span><b>Orgulho Falido</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Orgulho é aquele pensamento recorrente de que “</span><b>TUDO TEM QUE SER COMO EU QUERO</b><span style="font-weight: 400;">”. Orgulho é se negar a viver a vida porque sempre há algo que não está certo (como EU penso que tem que ser). São pessoas pessimistas, pois para se negar a viver sempre encontram um defeito. Eles falam: &#8220;NÃO É QUE SOU PESSIMISTA, SOU REALISTA&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tentam em vão se sobrepor ao desânimo, que eles mesmos provocam com seu pessimismo, mas não conseguem porque não acreditam mais que alguma coisa vai dar certo para eles. Tentam com orgulho, achando que sua tentativa é perfeita, com prepotência querendo impor sua vontade, mas o mundo que os cerca é o imperfeito e não responde as suas demandas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ficam irados, cheios de raiva pelo seu fracasso, ou pela não concordância das pessoas ou situações com as quais convivem. Se sentem injustiçados. Pensam que os outros são menos inteligentes, incompetentes, se irritam e ferem com palavras que atingem a autoestima do outro. São eles que estão com baixa estima e projetam suas frustrações nas outras pessoas e situações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma eles </span><b>dizem NÃO PARA A VIDA</b><span style="font-weight: 400;">. Negam qualquer tipo de ajuda. Nada serve para tirá-los do fundo do poço. Eles não querem. Aos poucos eles vão perdendo todo o interesse pela vida, suas forças se recolhem para dentro de si e ficam prostrados, mortos em vida. O pensamento que se segue é que </span><b>é preferível morrer que viver assim. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As terapias neste caso tentam, sem resultado algum, animar a pessoa, indicam movimentação do corpo para gerar hormônios que gerem sensação de prazer, o que eles já perderam há muito tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O deprimido tem que sair sozinho, com suas próprias forças. Ninguém pode tirá-lo ou convencê-lo a sair desse “poço”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para sair tem que começar a enxergar o mundo de outra forma, onde sua vontade não prevalece. Se perceber nas situações em que é arrogante e se irrita porque as coisas não são de seu jeito. Mesmo que tenha razão, está errado pois</span><b> </b><span style="font-weight: 400;">esta razão do deprimido é baseada num olhar egoísta das situações e das pessoas. Esta razão egoísta é o cerne da depressão. </span><b>A razão centrada no ego é a causa da depressão</b><span style="font-weight: 400;">. Achar que sabe tudo, que está certo em tudo, que sempre tem a melhor resposta. É uma alienação narcisista. E narciso está desconectado do mundo, vive apenas para si. No paciente deprimido este Narciso faliu, não deu certo em viver centrado em si mesmo. O contraste com o mundo externo mostra para ele sua falência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Só resta uma saída: deixar a si mesmo de lado e ser útil ao mundo. Perceber-se nas situações em que é egoísta, orgulhoso e vaidoso e </span><b>dar marcha ré nessa forma de pensar que gera tanta raiva, desilusão, tristeza, impotência, rigidez, pessimismo, negação, desinteresse pela vida</b><span style="font-weight: 400;">. Aprender a pensar diferente, pensar com otimismo e servir aos outros sem restrições ou condições (egoístas) impostas. </span><b>Servir com alegria, com humildade (sem se achar superior), vendo o outro como igual.</b><span style="font-weight: 400;"> É um caminho longo e de esforço pessoal interior. Ninguém consegue ajudar o deprimido a pensar diferente, apenas ele pode fazer isso.</span></p><p>The post <a href="https://psicologoalejandro.com.br/depressao/">Depressão</a> first appeared on <a href="https://psicologoalejandro.com.br">Psicólogo Alejandro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Regressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 14:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Terapia individual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para que serve a regressão? Quando usamos regressão? Como funciona? O método ou técnica de regressão se baseia numa ampliação de consciência do paciente para que ele possa acessar conteúdos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Para que serve a regressão? Quando usamos regressão? Como funciona?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O método ou técnica de regressão se baseia numa ampliação de consciência do paciente para que ele possa acessar conteúdos que estão subconscientes e que geram confusão, mal-estar, desencaixe na vida, falta de espontaneidade e outros sintomas que atrapalham a vida do paciente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente esses conteúdos subconscientes contém uma incompreensão de situações passadas junto com uma carga emocional que sustenta essa crença (situação incompreendida). As incompreensões acontecem geralmente na infância e adolescência que são estágios onde nossa mente está se desenvolvendo e por tal motivo não consegue compreender a fundo os conteúdos das experiencias, gerando assim um trauma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses traumas condicionam os comportamentos na vida adulta. Esse </span><b><i>condicionamento é uma defesa da situação que gerou o trauma, uma forma de evitar passar novamente pela mesma situação.</i></b><span style="font-weight: 400;"> Só que esse condicionamento foi gerado na infância ou adolescência e não é funcional na vida adulta. Acaba gerando outras situações complicadoras como forma de evitar viver o trauma novamente. Isso é chamado em psicologia de complexo, ou seja, há uma situação traumática que gerou comportamentos defensivos, porem esses comportamentos são desadaptados e criam outros problemas na vida do paciente, deixando mais complexa a resolução do trauma.</span></p>
<p><b><i>A regressão é utilizada para acessar as memórias desses traumas</i></b><span style="font-weight: 400;">, agora com a mente de adulto, proporcionando ao paciente a possibilidade de se livrar da carga emocional, compreender a situação de uma forma mais madura e assim desativar o trauma. Mas antes de fazer a regressão é necessário desfazer esse emaranhado de comportamentos disfuncionais que tentam proteger do trauma. Se tentar fazer a regressão sem haver uma compreensão desses comportamentos que encobrem o trauma, será difícil ao paciente acessar o trauma, pois haverá uma justificação constante do paciente em relação aos comportamentos protetivos (chamados de sintomas psicológicos). Esses comportamentos funcionam como “uma capa protetora” que dificulta o acesso ao trauma. Para dissolver essa capa protetora o paciente deve perceber esses comportamentos protetivos e analisar os prejuízos que eles trazem para sua vida. Quando ele percebe que se trata de um comportamento para se proteger do trauma, nesse momento está aberto para tratar o trauma e fazer a regressão.</span></p>
<h3><b>Como é a regressão? O que acontece com o paciente durante?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A técnica de regressão é a utilizada começa com um relaxamento do corpo físico. O paciente fica sentado confortavelmente ou deitado, se preferir. O relaxamento é dirigido pelo psicólogo para as diferentes partes do corpo. Isto faz com que o paciente se concentre no corpo e deixe a mente livre de outros pensamentos. Este relaxamento do corpo, sem dormir, faz com que o paciente aumenta a percepção de si mesmo e ao mesmo tempo proporciona um acesso mais claro as memórias do subconsciente. Isto é uma ampliação da consciência.</span></p>
<p><b>IMPORTANTE: O paciente fica o tempo inteiro consciente!!</b><span style="font-weight: 400;"> Consciente do meio ambiente envolta, e consciente de suas histórias passadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim se faz possível acessar o trauma e todas as emoções contidas nele, eliminando-as. Depois sim se faz possível ressignificar a situação do trauma através de uma nova forma compreensão do acontecido e uma percepção mais clara de que não há mais necessidade de manter os comportamentos defensivos que são disfuncionais na vida atual.</span></p>
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